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Cristiano Ronaldo recebe troféu de Jogador do Século

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O futebolista português Cristiano Ronaldo foi distinguido com o troféu de Jogador do Século nos Globe Soccer Awards, que também consagraram Jorge Mendes como o melhor agente do século XXI.

“Este prémio dá-me motivação para continuar a minha jornada e poder jogar mais alguns anos”, disse o capitão da seleção portuguesa, que atua na Juventus e que marcou presença na cerimónia realizada no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Cristiano Ronaldo bateu a concorrência do argentino Lionel Messi, do egípcio Mohamed Salah e do antigo internacional brasileiro Ronaldinho Gaúcho, que eram os restantes finalistas.

Por seu turno, o empresário luso Jorge Mendes, que representa Ronaldo desde o início da sua carreira profissional, venceu o prémio para Agente do Século.

Já o técnico português José Mourinho foi batido pelo espanhol Pep Guardiola no prémio Treinador do Século.

O alemão Hans-Dieter Flick, que comanda o Bayern Munique, ganhou a distinção para Treinador do Ano, enquanto o colosso bávaro foi eleito o Clube do Ano e o goleador polaco Robert Lewandowski o Jogador do Ano.

O Real Madrid venceu a categoria de Clube do Século.

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Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

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A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

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