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Crise de migrantes dá a John Moore prémio de fotografia do ano

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A imagem de uma menina hondurenha a chorar quando a mãe é revistada e detida perto da fronteira dos Estados Unidos com o México, em McAllen, no Texas, foi esta quinta-feira eleita em Amesterdão, na Holanda, como a fotografia do ano pela organização do World Press Photo 2019.

Captada em 12 de junho de 2018, a foto que valeu ao fotógrafo norte-americano John Moore um prémio de 10 mil euros e foi capa da revista Time,  gerou a contestação ao programa do Presidente norte-americano, Donald Trump, de separação das famílias de imigrantes.

Em declarações posteriores ao jornal britânico Daily Mail, o pai da menina disse que a filha não foi retirada à mãe e que ambas foram detidas juntas.

John Moore defendeu-se dizendo que a “imagem tocou os corações de muitas pessoas”, como o seu, porque “humaniza uma história maior”.

Ao World Press Photo 2019 concorreram 78.801 trabalhos de 4.738 fotógrafos.

O fotojornalista português Mário Cruz, que trabalha na agência Lusa mas que concorreu com um trabalho independente, ficou em terceiro lugar na categoria Ambiente, em imagem ‘single’, com a fotografia de uma criança num colchão rodeado de lixo a flutuar num rio filipino.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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