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“Criança do Lapedo” em Leiria vai ser classificada

O pedido de classificação foi avançado em dezembro de 2018, pelo Museu Nacional de Arqueologia.

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Foto: CML

A Direção-Geral do Património Cultural abriu um procedimento de classificação do esqueleto da “Criança do Lapedo” e artefactos arqueológicos, do Abrigo do Lagar Velho, em Leiria.

Segundo a publicação do Diário da República, foi determinada a abertura do procedimento de classificação do esqueleto da “Criança do Lapedo” e de artefactos arqueológicos associados, provenientes do Abrigo do Lagar Velho (Lagar Velho 1), no concelho de Leiria, “cuja proteção e valorização representam valor cultural de significado para a Nação”.

O despacho, assinado pela diretora-geral do Património Cultural, acrescenta que o esqueleto da “Criança do Lapedo” e artefactos arqueológicos associados “estão em vias de classificação”, ficando a constar do inventário.

Na altura, o arqueólogo João Zilhão, que há 20 anos liderou a primeira equipa que trabalhou no local do achado, o Abrigo do Lagar Velho, na freguesia de Santa Eufémia, em Leiria, disse que gostava que a classificação “se transformasse em meios para continuar a investigação”.

João Zilhão salienta a importância do “Menino do Lapedo” para a reabilitação do homem de Neandertal: “Naquela época havia a ideia dominante na comunidade científica – transmitida para o grande público – de que os neandertais eram diferentes, meio brutos, que se calhar nem tinham linguagem. E que, na competição com uma espécie superior vinda de África, tinham acabado por desaparecer. Era uma simplificação grosseira do que tinha acontecido”.

O “Menino do Lapedo” foi encontrado em 1998, no Abrigo do Lagar Velho, no vale do Lapedo, freguesia de Santa Eufémia, a cerca de dez quilómetros de Leiria.

O esqueleto tem cerca de 29 mil anos e constituiu um acontecimento marcante no seio da paleoantropologia internacional, por se tratar do primeiro enterramento Paleolítico escavado na Península Ibérica.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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