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Covid-19: Vacinados deixam de precisar de testes em eventos desportivos, culturais e familiares

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As pessoas com esquema vacinal completo há mais de 14 dias deixam de precisar de fazer testes de rastreio covid nalguns contextos, como reuniões familiares e eventos culturais, desportivos ou cooperativos, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

A norma hoje atualizada pela DGS, indica que ficam também dispensados de testes de rastreio periódico os residentes, utentes e profissionais de alguns locais, designadamente unidades de Cuidados Continuados Integrados e instituições de apoio a migrantes e refugiados, assim como nos estabelecimentos prisionais e centros educativos que apresentem esquema completo há mais de 14 dias.

Nos lares de idosos, mantém-se a indicação de realização de testes periódicos aos residentes, utentes e profissionais, independentemente do seu estado vacinal, como medida de proteção adicional para estas populações mais vulneráveis.

Nas unidades prestadoras de cuidados de saúde, não terão de realizar testes regulares os doentes nem os acompanhantes, desde que tenham o esquema vacinal completo há mais de 14 dias.

Nas restantes situações anteriormente previstas na Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2, mantém-se a indicação para a realização de testes independentemente do estado vacinal, como, por exemplo, a realização de procedimentos gerados de aerossóis e antes do internamento hospitalar

Mantém-se igualmente a realização de testes laboratoriais nas unidades prestadoras de cuidados de saúde antes da cirurgia eletiva, da admissão para assistência ao parto e da admissão em unidades de cuidados intermédios e intensivos.

A norma da DGS refere ainda que as pessoas com esquema vacinal completo há mais de 14 dias devem manter a realização de testes de diagnóstico da covid-19 “em caso de suspeita de infeção por SARS-CoV-2” e “em contactos de risco com caso confirmado”.

A informação hoje atualizada, para adaptar a estratégia nacional de testes à elevada cobertura vacinal da população portuguesa e à atual situação epidemiológica, define ainda que os testes laboratoriais não devem ser realizados em pessoas com história de infeção por SARS-CoV-2 nos últimos 180 dias após o fim do isolamento, a menos que apresentem sintomas sugestivos da doença e sejam contacto de um caso confirmado nos últimos 14 dias.

Outra alteração introduzida pela Norma diz respeito à recomendação para a realização, em doentes com critério de internamento, de testes para o vírus da gripe (vírus influenza A e B16) e vírus sincicial respiratório (crianças com menos de 2 anos de idade).

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Covid-19: Portugal regista 930 novos casos e oito mortes nas últimas 24 horas 

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Portugal regista hoje mais 930 casos confirmados de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2, oito mortes associadas à covid-19, uma descida nos internamentos em enfermaria e subida nos cuidados intensivos, segundo dados oficiais,

De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS), divulgado hoje, estão agora internadas 284 pessoas, menos quatro do que na quinta-feira, das quais 60 em unidades de cuidados intensivos, mais duas nas últimas 24 horas.

Os oito óbitos foram registados nas regiões de Lisboa (1), Norte (2), Centro (2), Alentejo (2) e Algarve (1).

Quatro das vítimas mortais tinham mais de 80 anos e outras quatro entre os 70 e os 79.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram em Portugal 18.125 pessoas e foram registados 1.083.651 casos de infeção.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se entre os idosos com mais de 80 anos (11.825), seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos (3.881).

Do total de vítimas mortais registadas até à data, em Portugal 9.507 eram homens e 8.618 mulheres.

Os dados divulgados pela DGS mostram também que estão ativos mais 244 casos, para um total de 30.805, e que 678 pessoas foram dadas como recuperadas da covid-19 nas últimas 24 horas, o que aumenta o total nacional para 1.034.721 recuperados.

Nas últimas 24 horas, o número de contactos em vigilância pelas autoridades de saúde subiu (mais 354), situando-se nos 20.931.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 581.780 mulheres e 501.129 homens, de acordo com os dados da DGS, segundo os quais há 742 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Entre as novas infeções destaca-se a faixa etária dos 30 aos 39 (mais 141), seguida dos 20 aos 29 anos (mais 138), dos 40 aos 49 anos (mais 131), dos 50 aos 59 anos (mais 120), dos 0 aos 9 anos (mais 94), dos 10 aos 19 (mais 91), dos 60 aos 69 anos (mais 83), dos mais de 80 anos (mais 71) e dos 70 aos 79 anos (mais 61).

A região de Lisboa e Vale do Tejo e a região Norte concentram cerca de 64,5% por cento das infeções assinaladas nas últimas 24 horas.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas 377 novas infeções, contabilizando-se até agora nesta área geográfica 418.519 casos e 7.713 mortos.

A região Norte registou 223 novas infeções por SARS-CoV-2, totalizando 414.422 casos de infeção e 5.591 óbitos desde o início da crise pandémica.

Na região Centro registaram-se mais 186 casos, perfazendo 145.457 infeções e 3.176 mortos.

No Alentejo foram assinalados 53 novos casos de infeção, totalizando 39.943 contágios e 1.051 mortos desde o início da pandemia.

Na região do Algarve, o boletim de hoje da DGS contabiliza 52 novos casos, acumulando-se 43.572 contágios pelo SARS-CoV-2 e 477 óbitos.

A região Autónoma da Madeira contabilizou 22 novos casos, somando 12.525 infeções e 73 mortes devido à doença covid-19 desde março de 2020.

Nas últimas 24 horas, e segundo a DGS, os Açores registaram 17 novos casos, o que eleva para 9.213 contágios desde o início da pandemia e 44 mortes devido à doença.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

A covid-19 provocou pelo menos 4.926.579 mortes em todo o mundo, entre mais de 242,39 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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