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Covid-19: Supermercados no centro de Ovar encerram devido a contágio de funcionários

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Supermercado Fruta Legumes

Dois supermercados no centro de Ovar estão temporariamente encerrados devido à confirmação de casos de covid-19 entre os funcionários, revelou fonte do município em estado de calamidade pública, sob cerco sanitário e com controlo de fronteiras.

A informação foi confirmada pelo vice-presidente da autarquia do distrito de Aveiro, Domingos Silva, ao referir que em causa está o ‘staff’ do Pingo Doce que, na cidade de Ovar, dispõe de um estabelecimento na Rua Aquilino Ribeiro, junto ao rio Cáster, e outro na Rua São João, na zona das Lavouras.

“Vão encerrar a loja e ela abrirá depois com outra equipa”, revelou o autarca sobre o supermercado da Aquilino Ribeiro, cujos restantes colaboradores ficam agora em quarentena.

À entrada do estabelecimento lê-se um aviso indicando que a reabertura está prevista para “o mais breve possível”, sendo que, entretanto, os clientes são recomendados a procurar a loja de Esmoriz, também no concelho de Ovar, mas a cerca de 12 quilómetros de distância.

Por sua vez, o Pingo Doce das Lavouras já está a ser sujeito a desinfeção e, segundo relato de clientes e funcionários, deverá reabrir ao público já esta terça-feira.

Contactada pela Lusa, a administração do grupo Jerónimo Martins, que detém a cadeia de supermercados Pingo Doce, não respondeu ao pedido de informação sobre quantos funcionários ficam agora em quarentena e quais as medidas de contenção da covid-19 implementadas em Ovar.

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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