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Covid-19: Risco de contágio no país pode vir a ter sistema de semáforo

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Numa lógica do que foi feito para as praias no verão, Portugal pode vir a ter um sistema de semáforo em que diferentes regiões do país são classificadas como vermelhas, amarelas ou verdes, consoante o nível de transmissão de covid-19.
Isso mesmo adiantou em entrevista à SIC o secretário de Estado da Saúde, Lacerda Sales, com base nos mapas municipais de infeções.
O sistema está a ser usado por países como a República Checa, que classificou as regiões segundo o código de três cores (só a capital Praga está vermelha) e também por países como a Bélgica ou o Reino Unido, para a gestão de fronteiras.
Em cima da mesa do Ministério da Saúde está a possibilidade de dividir o território português por cores, mediante o risco de contágio de cada uma.

Lacerda Sales disse que o plano da Saúde para a época de outono e inverno admite um sistema de semáforo, mediante “três camadas”. A primeira avalia de que forma a transmissão da doença está a acontecer nas várias partes do país; a segunda adota o sistema de semáforo para classificar cada uma dessas regiões; a terceira implica “tomar as decisões certas”, mediante as duas primeiras.

Fora do plano do Governo está o fecho ao exterior de regiões com maior taxa de transmissão.

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PAN afirma que Governo pondera confinamento geral em dezembro

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O PAN afirmou hoje que o Governo pondera decretar confinamento geral na primeira quinzena de dezembro para preservar o período de Natal, mas adiantou que essa medida não é certa e requer vigência do estado de emergência.

Esta eventual medida a tomar pelo Governo foi transmitida aos jornalistas pelo porta-voz do PAN (Pessoas Animais Natureza), André Silva, no final da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, destinada a discutir medidas de combate à covid-19 que possam sair do Conselho de Ministros extraordinário deste sábado.

André Silva disse que a possibilidade de se repetir um confinamento geral, tal como aconteceu em março e abril, durante a primeira metade de dezembro, “foi aflorada em termos de fim de gradualismo, ou como uma medida mais restritiva”.

“Na opinião do primeiro-ministro, se for o caso, essa medida procura antecipar ou prever aquilo que poderá ser um impacto enorme ao nível do Natal, fazendo com que as pessoas fiquem mais consciencializadas e reduzam os contactos. É preciso que se chegue ao Natal com a possibilidade de juntar a família”, justificou.

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