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Covid-19: Portugal com duas mortes, 1.556 casos e menos internamentos

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Portugal registou nas últimas 24 horas duas mortes associadas à covid-19, 1.556 novos casos de infeções confirmadas, a maioria em Lisboa e Vale do Tejo, uma diminuição nos internamentos em enfermaria e um aumento nos cuidados intensivos.

O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde indica que estão hoje menos 10 pessoas em enfermaria hospitalar, somando agora 427.

Já nas unidades de cuidados intensivos estão 106 doentes, mais seis em relação a quarta-feira.

A área de Lisboa e Vale do Tejo tem 67,4 por cento do total das novas infeções nacionais ao registar 1.049 casos.

O número total de casos de hoje é o mais elevado desde 20 de fevereiro dia em que Portugal registou 1.570 casos.

As duas mortes nas últimas 24 horas ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo e na região Norte.

Os dados divulgados pela DGS mostram também que há mais 685 casos ativos, totalizando agora 29.697 e que 869 foram dadas como recuperadas nas últimas 24 horas, o que aumenta o total nacional para 823.103 recuperados.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram em Portugal 17.079 pessoas e foram registados 869.879 casos de infeção.

O número de contactos em vigilância pelas autoridades de saúde subiu em 1.251, totalizando agora 44.670.

A incidência da infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 em Portugal continental é de 129,6 casos por 100.000 habitantes e de 128,6, na totalidade do território.

De acordo com o boletim epidemiológico conjunto da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), o índice de transmissibilidade (Rt) é de 1,17 em todo o território nacional e de 1,18 em Portugal continental.

Os dados do índice de transmissibilidade e da incidência a 14 dias são atualizados à segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas 1.049 novas infeções, contabilizando-se até agora 334.182 casos e 7.251 mortos.

A região Norte tem hoje 197 novas infeções por SARS-CoV-2, totalizando 344.164 casos de infeção e 5.362 mortes desde o início da pandemia.

Na região Centro registaram-se mais 110 casos, acumulando-se 121.333 infeções e 3.027 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 42 casos, totalizando 30.786 infeções e 972 mortos desde o início da pandemia.

Na região do Algarve o boletim de hoje revela que foram registados 130 casos, acumulando-se 23.482 infeções e 365 mortos.

A região Autónoma da Madeira registou oito casos, somando 9.869 infeções e 69 mortes devido à covid-19 desde março de 2020.

Os Açores têm hoje 20 novos casos e contabilizam 6.063 casos e 33 mortos desde o início da pandemia.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 396.077 homens e 473.383 mulheres, mostram os dados da DGS, segundo os quais há 419 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 8.965 eram homens e 8.114 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

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Programa Apoiar reforça apoios para empresas encerradas devido à pandemia

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A alteração ao regulamento do programa Apoiar determina novos apoios para as empresas que se mantêm encerradas devido à pandemia de covid-19, designadamente bares e discotecas, anunciou hoje o Governo.

Numa nota enviada às redações, o gabinete do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, destaca que “este reforço da liquidez” se traduz “numa duplicação do apoio extraordinário já atribuído, correspondente ao valor do incentivo apurado referente ao último trimestre de 2020”.

A medida visa “melhorar as condições de tesouraria das empresas para fazerem face aos compromissos de curto prazo, contribuindo para a sua subsistência durante e após o surto pandémico”, é salientado no comunicado.

O gabinete de Siza Vieira refere que, no caso das empresas com quebras de faturação entre os 25% e os 50%, “o reforço do apoio pode atingir os 13.750 euros para as microempresas e os 33.750 euros para as pequenas, médias e grandes empresas”.

“Caso as quebras tenham sido superiores a 50%, o apoio pode ascender a 20.625 euros ou 50.625 euros, respetivamente”, é acrescentado.

A alteração ao regulamento do programa Apoiar aplica-se retroativamente às candidaturas que já foram aprovados e o ajustamento dos valores a receber será feito de forma automática, depois de confirmadas as condições de acesso, explica o Governo.

Lusa

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