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Covid-19: OMS considera improvável alcançar imunidade de grupo em breve

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera muito improvável algum país ou comunidade alcançar em breve o elevado nível de imunidade coletiva necessário para controlar a transmissão de covid-19.

A posição da OMS aplica-se mesmo em países que viveram surtos graves e onde o coronavírus circulou de forma intensa.

“Os estudos indicam que é preciso que mais de 80% de uma comunidade esteja imunizada para interromper a transmissão, mas os dados que sustentam análises serológicas em todo o mundo revelam que nenhum país adquiriu este nível de imunidade natural”, disse o diretor de emergências sanitárias da OMS, Mike Ryan, ao informar sobre a evolução da pandemia durante a assembleia anual da organização.

“Uma parte substancial da população mundial continua a estar suscetível à infeção”, assegurou hoje o perito que coordena a luta internacional contra a pandemia na OMS.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.465.398 mortes no mundo, resultantes de mais de 166,7 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17.018 pessoas em 845.465 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Programa Apoiar reforça apoios para empresas encerradas devido à pandemia

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A alteração ao regulamento do programa Apoiar determina novos apoios para as empresas que se mantêm encerradas devido à pandemia de covid-19, designadamente bares e discotecas, anunciou hoje o Governo.

Numa nota enviada às redações, o gabinete do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, destaca que “este reforço da liquidez” se traduz “numa duplicação do apoio extraordinário já atribuído, correspondente ao valor do incentivo apurado referente ao último trimestre de 2020”.

A medida visa “melhorar as condições de tesouraria das empresas para fazerem face aos compromissos de curto prazo, contribuindo para a sua subsistência durante e após o surto pandémico”, é salientado no comunicado.

O gabinete de Siza Vieira refere que, no caso das empresas com quebras de faturação entre os 25% e os 50%, “o reforço do apoio pode atingir os 13.750 euros para as microempresas e os 33.750 euros para as pequenas, médias e grandes empresas”.

“Caso as quebras tenham sido superiores a 50%, o apoio pode ascender a 20.625 euros ou 50.625 euros, respetivamente”, é acrescentado.

A alteração ao regulamento do programa Apoiar aplica-se retroativamente às candidaturas que já foram aprovados e o ajustamento dos valores a receber será feito de forma automática, depois de confirmadas as condições de acesso, explica o Governo.

Lusa

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