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Covid-19: Nasceu o segundo bebé de mãe infetada no Hospital de São João no Porto

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Bebé recém nascido

Nasceu hoje no hospital de São João, no Porto, o segundo bebé filho de uma mulher infetada com o vírus da covid-19, disse à Lusa fonte oficial daquela unidade hospitalar.

O menino nasceu de cesariana, esta madrugada, e tanto a mãe como o filho “estão bem”, acrescentou a mesma fonte do Centro Hospitalar e Universitário São João (CHUSJ).

O bebé – o segundo de uma mãe infetada com o novo coronavírus a nascer no Hospital de São João, no espaço de quase uma semana -, vai agora realizar um teste para se apurar se está infetado.

A 17 de março nasceu o primeiro bebé – uma menina – de uma mulher com o novo coronavírus no país e os dois testes que lhe foram realizados deram negativo para a infeção.

Na sexta-feira, Henrique Soares, neonatologista do CHUSJ, assegurou que aquela unidade hospitalar está “preparada” para casos de grávidas infetadas pelo novo coronavírus que causa a doença covid-19, a qual não coloca as gestantes em grupo de risco.

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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