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Covid-19: Mais nove mortes e 4.153 novos casos, o valor diário mais alto desde fevereiro

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Portugal regista hoje mais 4.153 novos casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, o número diário mais alto desde fevereiro, e nove mortes atribuídas à covid-19, segundo os dados divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Hoje estão internadas menos oito pessoas, num total de 734, mas há mais 10 pessoas em unidades de cuidados intensivos, onde agora se encontram 171 doentes com covid-19.

No boletim epidemiológico de hoje, verifica-se que o número de novos casos não era tão alto desde 10 de fevereiro, quando se registaram 4.387 infeções.

A maior parte das infeções (46,4 por cento) registou-se na zona de Lisboa e Vale do Tejo, seguindo-se o Norte (31%).

Desde o início da pandemia, já foram diagnosticadas 916.559 pessoas com o SARS-CoV-2.

As nove mortes das últimas 24 horas registaram-se nas regiões de Lisboa (sete), e Centro (duas).

Segundo os dados da DGS, até agora, morreram em Portugal 17.182 pessoas vítimas de covid-19: 9.023 homens e 8.159 mulheres.

De acordo com a autoridade de saúde, Portugal tem agora 47.108 casos ativos (mais 1.909), tendo recuperado da infeção nas últimas 24 horas mais 2.235 pessoas, o que aumenta para 852.269 o número de recuperados desde o início da pandemia.

O número de contactos em vigilância está nos 77.682, mais 1.322 nas últimas 24 horas.

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Programa Apoiar reforça apoios para empresas encerradas devido à pandemia

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A alteração ao regulamento do programa Apoiar determina novos apoios para as empresas que se mantêm encerradas devido à pandemia de covid-19, designadamente bares e discotecas, anunciou hoje o Governo.

Numa nota enviada às redações, o gabinete do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, destaca que “este reforço da liquidez” se traduz “numa duplicação do apoio extraordinário já atribuído, correspondente ao valor do incentivo apurado referente ao último trimestre de 2020”.

A medida visa “melhorar as condições de tesouraria das empresas para fazerem face aos compromissos de curto prazo, contribuindo para a sua subsistência durante e após o surto pandémico”, é salientado no comunicado.

O gabinete de Siza Vieira refere que, no caso das empresas com quebras de faturação entre os 25% e os 50%, “o reforço do apoio pode atingir os 13.750 euros para as microempresas e os 33.750 euros para as pequenas, médias e grandes empresas”.

“Caso as quebras tenham sido superiores a 50%, o apoio pode ascender a 20.625 euros ou 50.625 euros, respetivamente”, é acrescentado.

A alteração ao regulamento do programa Apoiar aplica-se retroativamente às candidaturas que já foram aprovados e o ajustamento dos valores a receber será feito de forma automática, depois de confirmadas as condições de acesso, explica o Governo.

Lusa

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