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Covid-19: É muito cedo para prever o fim da epidemia – OMS

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou hoje que ainda é “muito cedo” para prever o fim da epidemia causada pelo novo coronavírus Covid-19.

“Penso que é muito cedo para tentar prever o início, o meio ou o fim dessa epidemia”, disse aos jornalistas o chefe do departamento de urgências de saúde da OMS, Michael Ryan.

Ryan falava em conferência de imprensa na sede da OMS, em Genebra, onde estão reunidos centenas de especialistas na busca de uma forma de conter o coronavírus, que já matou mais de mil pessoas na China.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que “o número de novos casos relatados na China estabilizou na semana passada”, mas adiantou que tal deve ser “interpretado com muita prudência”.

“Esta epidemia pode ir em qualquer direção”, disse o responsável.

A conferência que a OMS está a organizar reúne várias centenas de especialistas em epidemiologia de todo o mundo para analisar formas de combater o vírus.

O Presidente chinês, Xi Jinping, saudou hoje o “desenvolvimento positivo” da epidemia, com o número de novos casos a cair durante três dias, ainda que o total de vítimas ultrapassem as 1.100.

Na conferência de imprensa em Genebra Michael Ryan também se referiu ao que parece ser a estabilização do número de novos casos, devido principalmente ao que disse ser a enorme operação de saúde pública na China, com 60 milhões de pessoas em quarentena.

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Governo e sindicatos voltam a negociar salários na função pública

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O secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, e as três estruturas sindicais da Função Pública têm agendada uma nova ronda negocial sobre aumentos salariais, na sequência das contrapropostas apresentadas na segunda-feira pelos sindicatos.

Esta reabertura do processo negocial começou com o Governo a propor um aumento reforçado de sete euros para todos os funcionários públicos cujo salário está situado entre os níveis 4 e 5 da Tabela Remuneratória Única, ou seja, entre 635,07 euros e 683,13 euros, respetivamente, mantendo a atualização de 0,3% para os restantes trabalhadores.

Na última reunião, as três estruturas sindicais da função pública manifestaram a sua discordância com aumentos diferenciados, defenderam subidas mais robustas.

A Fesap aponta para 2,9%, a Frente Comum quer um aumento mínimo de 90 euros mensais para todos os funcionários públicos e a Frente Sindical liderada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) defende uma atualização das remunerações e da Tabela Remuneratória Única em 2%.

Além disso, exigem e a reposição dos 25 dias úteis de férias, retirados durante a troika, e um aumento do subsídio de refeição face aos 4,77 euros atuais.

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