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Covid-19: É muito cedo para prever o fim da epidemia – OMS

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou hoje que ainda é “muito cedo” para prever o fim da epidemia causada pelo novo coronavírus Covid-19.

“Penso que é muito cedo para tentar prever o início, o meio ou o fim dessa epidemia”, disse aos jornalistas o chefe do departamento de urgências de saúde da OMS, Michael Ryan.

Ryan falava em conferência de imprensa na sede da OMS, em Genebra, onde estão reunidos centenas de especialistas na busca de uma forma de conter o coronavírus, que já matou mais de mil pessoas na China.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que “o número de novos casos relatados na China estabilizou na semana passada”, mas adiantou que tal deve ser “interpretado com muita prudência”.

“Esta epidemia pode ir em qualquer direção”, disse o responsável.

A conferência que a OMS está a organizar reúne várias centenas de especialistas em epidemiologia de todo o mundo para analisar formas de combater o vírus.

O Presidente chinês, Xi Jinping, saudou hoje o “desenvolvimento positivo” da epidemia, com o número de novos casos a cair durante três dias, ainda que o total de vítimas ultrapassem as 1.100.

Na conferência de imprensa em Genebra Michael Ryan também se referiu ao que parece ser a estabilização do número de novos casos, devido principalmente ao que disse ser a enorme operação de saúde pública na China, com 60 milhões de pessoas em quarentena.

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PCP tem menos 4.320 militantes do que em 2016

O XXI congresso do PCP realiza-se em 27, 28 e 29 de novembro de 2020 no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, distrito de Lisboa, sob o lema “Organizar, Lutar, Avançar – Democracia e Socialismo”.

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O PCP tem 49.960 militantes, menos 4.320 do que em 2016, segundo o projeto de resolução político que vai ser discutido no XXI congresso do partido, em novembro.

Na proposta de resolução, também conhecida por teses, hoje publicada pelo Avante, jornal oficial do PCP, o partido explica esta redução com o facto de “o número de recrutamentos não ter compensado o número de camaradas que deixaram de contar como membros” do partido, principal devido a falecimentos.

Nos últimos anos, de acordo com o texto, “foram recrutados 3.245 militantes”, a maioria (67%) com menos de 50 anos quando aderiram ao partido.

Na parte dedicada aos órgãos dirigentes, a proposta de resolução admite uma “ligeira redução” no número de membros do comité central, fixando-se, igualmente, uma meta de “natural renovação”.

O comité central deve, segundo as teses, “manter uma ampla maioria de operários e empregados, com uma forte componente operária”, a exemplo do que acontece há décadas no partido que cumpre 100 anos em 2021.

Segundo o documento hoje divulgado, entre os 49.960 membros do partido, a “larga maioria” é de operários e empregados (70,1%), com “uma componente operária de 36,9%”.

O PCP informa ter 2.417 organismos, dos quais 310 são de empresa e local de trabalho e 567 são organismos de residência.

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