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Costa, Mamona e Belo nas finais dos Europeus de pista coberta

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Susana Costa, Patrícia Mamona e Fernando Belo apuraram-se para as finais dos Europeus de atletismo de pista coberta, que decorrem em Glasgow, na Escócia.

Susana Costa e Patrícia Mamona conseguiram apurar-se para a final da prova do triplo salto. Susana Costa estabeleceu um novo máximo pessoal logo ao primeiro ensaio, com 14,28 metros, a segunda melhor marca da qualificação. Patrícia Mamona saltou 14,11, a quinta melhor marca, apurando-se também para a final, agendada para as 10:00 de domingo.

Francisco Belo qualificou-se para a final do lançamento do peso, ao contrário do compatriota Tsanko Arnaudov, que foi eliminado. Francisco Belo, fez 20.31, o oitavo melhor registo, último dos que deram acesso à final, marcada para as 20:35 de hoje.

Cátia Azevedo falhou a qualificação para a meia-final dos 400 metros.

Paulo Rosário e Emanuel Rolim foram eliminados nas rondas de qualificação para a final da prova dos 1.500 metros.

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Entrevista Record FM: Ricardo [Sporting-Benfica] “A emoção está mais à flor da pele”

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Foto: facebook.com/Ricardo Pereira

Está a chegar aquele que é tido como o “derby dos derbys”. Sporting – Benfica, a contar para a 17ª jornada da Liga Portuguesa de futebol, a última da primeira volta.

Um jogo importante para o Benfica, que não quer ver a liderança diminuir; e para o Sporting que não se quer atrasar ainda mais dos lugares cimeiros.

A Record FM falou com um antigo jogador que esteve por dentro de muitos destes “derbys”: Ricardo, ex-guarda redes dos “leões”, internacional português que pendurou as luvas em 2014.

Ricardo considera que existem muitos “clichés” associados a este jogo, como “ganha quem está pior”, mas o que realmente existe é a vontade de ganhar um desafio que acaba sempre por valer mais que os três pontos:

“De facto são jogos diferentes, onde a paixão dos adeptos está muito mais à flor da pele, onde os resultados são muito mais impactantes, por isso, como é óbvio, quer ao Sporting quer ao Benfica apenas interessa ganhar. Ao Benfica para se manter na liderança com os mesmos pontos de vantagem, ao Sporting para encurtar a desvantagem que tem, para já para o terceiro classificado e poder rapidamente recuperar os pontos perdidos num passado recente. São, sem dúvida jogos emocionantes, que valem mais que os três pontos. Vale em termos anímicos, de galvanização dos adeptos, do “élan” que se vive à volta da equipa. O ambiente é logo outro”.

Ricardo viveu estes “derbys” por dentro e sabe o que despertam em termos emocionais. À Record FM lembrou os embates com o Benfica que mais o marcaram pela positiva e pela negativa.

Primeiro, as boas recordações, na Luz, a 28 de Janeiro de 2006, vitória por 3-1;

“Um dos mais felizes que tivemos, onde a estratégia resultou na perfeição. Sabíamos onde explorar e conseguimos explorar as debilidades do Benfica, escondendo as nossas. Debilidades há sempre. Recordo-me bem. Foi uma superioridade muito grande”.

Pelo lado negativo, era expectável, o jogo de 14 de Maio de 2005, o tal do golo do Luisão em que Ricardo reclamou falta. Jogo que praticamente deu o título ao Benfica, afastando o Sporting;

“Tiraram-nos a possibilidade de disputar o campeonato na última jornada. Não desportivamente, mas por ação de alguém que devia ter passado despercebido no jogo [árbitro] mas não passou. Teve uma influência brutal no desfecho desse jogo e campeonato”.

Esta sexta feira, há mais um “derby dos derbys”. ÀS 21h15 emoções ao rubro em Alvalade.

 

 

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