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Costa admite reforçar punições para organizadores de festas ilegais

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O primeiro-ministro, António Costa, admitiu a criação de um “quadro punitivo” para quem organizar e participar em festas ilegais e ajuntamentos e voltou a apelar ao cumprimento de todas as regras de segurança.

“O fim do período de confinamento obrigatório deu-nos mais liberdade, mas também mais responsabilidade. Depois de termos feito tudo bem até aqui, agora não vamos estragar. Senão é uma chatice ter as forças da ordem a atuar e autuar”, afirmou o governante.

António Costa, que falava esta tarde aos jornalistas à entrada de um espetáculo no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, comentava desta forma os recentes acontecimentos que envolveram festas ilegais e ajuntamentos, sobretudo de jovens, em várias partes do país.

“Muita gente mais nova pode ter menos risco de contrair [a covid-19], mas tem um enorme risco de a transmitir”, alertou.

Nesse sentido, António Costa admitiu que possa ser criado um “quadro punitivo” para as pessoas que organizarem ou participarem em eventos desta natureza.

“As forças de segurança já atuaram nas últimas noites e atuarão sempre que for necessário”, assegurou.

António Costa esteve presente no Teatro Nacional D. Maria II para assistir ao espetáculo “By Heart”, que marca a reabertura desta sala de espetáculos.

 

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Doze pessoas infetadas em surto no hospital de S. José em Lisboa

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Hospital Saúde Médico

Doze pessoas entre doentes e funcionários do hospital de S. José testaram positivo à covid-19, após ter sido identificado na quarta-feira um caso de infeção no serviço de cirurgia, anunciou hoje o hospital.

Segundo João Varandas Fernandes da direção clínica do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, testaram positivo sete doentes, que foram transferidos para o serviço de infeciologia do hospital Curry Cabral, quatro enfermeiros e um assistente operacional.

A presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar, Rosa Valente de Matos, sublinhou que foram ativados todos os procedimentos e que não há motivo para alarme.

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