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Contenção de muro na Marginal em Cascais começa na quarta-feira e dura 4 a 5 dias

Carlos Carreiras reconhece que o trânsito “está condicionado, mas está a fluir bastante bem a via do lado esquerdo”, pois a única via condicionada é a do lado direito (que fica mais próxima ao mar).

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O presidente da Câmara de Cascais disse hoje que a obra de contenção de risco do muro da Avenida Marginal, entre a rotunda de S. Pedro e o cruzamento da Parede, começa na quarta-feira, durando entre quatro e cinco dias.

Em declarações à Lusa, Carlos Carreiras (PSD) explicou que já esta manhã esteve no local para se inteirar da situação, avançando que a Marginal irá ser alvo dois tipos de intervenção, mas que na quarta-feira terá início a obra de emergência.

“A obra que se irá realizar de imediato, que começa amanhã, quarta-feira, é uma obra de emergência, de contenção de riscos, embora haja muitos fatores que não se controlam, como o estado do mar e as condições climatéricas. Mas é uma obra que durará quatro a cinco dias, com um valor que estimamos, neste momento, em cerca de 150 mil euros”, explicou.

A outra intervenção na Avenida Marginal (Estrada Nacional 6) já estava a ser “planeada e trabalhada” numa colaboração entre a autarquia, a Infraestruturas de Portugal e a Agência Portuguesa do Ambiente.

“É uma obra estrutural estimada em dois milhões de euros, mas ainda precisa de um conjunto de procedimentos. Já tem projeto, vai ser lançado concurso público, depois tem de ter o visto do Tribunal de Contas. É uma obra que demorará mais algum tempo”, acrescentou o autarca.

A circulação rodoviária na faixa da direita da Avenida Marginal no sentido Cascais-Lisboa esteve encerrada, entre a rotunda de S. Pedro e o cruzamento da Parede, devido à degradação do muro, anunciou na segunda-feira a Câmara Municipal de Cascais.

“A decisão da Câmara Municipal de Cascais deve-se ao estado de degradação do muro (paredão) que serve de contenção à Estrada Nacional 6, ao longo de uma extensão de mais de 300 metros”, referiu a autarquia em comunicado.

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A gripe já fez triplicar idas aos hospitais e centros de saúde

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Hospital Saúde Médico

A corrida aos serviços de saúde está a ocorrer mais cedo do que no ano passado, sobretudo no norte do país.

Na primeira semana de dezembro, houve 1572 atendimentos nos cuidados primários por síndrome gripal face a 538 registados na mesma semana de 2018.

Nos hospitais, na última semana de novembro (últimos dados disponíveis), a procura dos serviços de urgência por síndrome gripal mais do que triplicou (103 episódios em 2018 para 358 em 2019), revela a monitorização da gripe da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte.

A região já tem mais de 60 centros de saúde com horário alargado à noite e aos fins de semana para responder à afluência crescente.

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