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Construção de novo troço ferroviário da Linha do Alentejo arranca na quinta-feira

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Linha comboio

A fase de construção do troço ferroviário Freixo/Alandroal, do Corredor Internacional Sul, que vai ligar o Porto de Sines à fronteira do Caia (Elvas), arranca na quinta-feira, com o início da instalação do estaleiro da obra.

Fonte oficial da Infraestruturas de Portugal (IP) revelou à agência Lusa que a montagem do estaleiro se segue à assinatura do auto de consignação, cuja cerimónia está marcada para esta tarde, em Alandroal, no distrito de Évora.

O contrato para a construção do troço ferroviário Freixo/Alandroal, no valor de 74,7 milhões de euros, foi assinado em abril deste ano com a MOTA-ENGIL, Engenharia e Construção, S.A., empresa à qual foi adjudicada a obra.

O troço Freixo/Alandroal tem uma extensão de 20,5 quilómetros, é o primeiro a entrar em obra dos três que compõem o novo percurso da Linha de Évora: Évora Norte/Freixo, Freixo/Alandroal e Alandroal/Linha do Leste.

O troço Évora Norte/Freixo, no concelho de Redondo, igualmente com 20,5 quilómetros de extensão, foi adjudicado em 11 de fevereiro, conta com um investimento de 46,6 milhões de euros e um prazo de execução de 540 dias.

A empreitada do troço Freixo/Alandroal, desenvolvida no âmbito do programa Ferrovia 2020, envolve, entre outros trabalhos, a construção da infraestrutura de via-férrea, incluindo terraplenagem e sistema de drenagem e a criação de uma estação técnica.

Além disso, vão ser construídas cinco pontes (com extensões que variam entre os 148 metros e os 664 metros) e quatro viadutos ferroviários (entre os 310 e os 614 metros de extensão), assim como 16 obras de arte para a criação de desnivelamentos rodoviários.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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