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Confirmada multa ao Benfica por petardo lançado na Feira

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Águia Vitoria Estádio da Luz

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) confirmou a condenação do Benfica ao pagamento de uma multa de 18.630 euros por um petardo lançado por adeptos ‘encarnados’ durante o jogo com o Feirense, da época 2017/2018 da I Liga de futebol.

O acórdão do STA, consultado hoje pela Lusa, revogou a decisão do Tribunal Central Administrativo Sul que tinha anulado o ato disciplinar aplicado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e confirmado pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAD).

Os juízes consideraram que o Benfica não cumpriu com os seus deveres de formação, vigilância e segurança, responsabilizando o clube pelo comportamento dos seus adeptos durante e após o jogo, que decorreu em Santa Maria da Feira, em 17 de março de 2018.

O jogo entre o Feirense e o Benfica, que terminou com a vitória dos ‘encarnados’ por 2-0, foi interrompido pouco antes do apito para o intervalo, devido a uma “altercação” na bancada central do estádio, onde se encontravam apenas adeptos da equipa da casa.

No decurso daquela interrupção do jogo, os adeptos benfiquistas situados na bancada topo sul incendiaram cadeiras, acenderam artefactos pirotécnicos e arremessaram vários objetos, nomeadamente isqueiros, na direção de jogadores do Feirense.

Ainda durante a interrupção do jogo, foi arremessado por estes mesmos adeptos um petardo que rebentou junto ao guarda-redes do Feirense, Caio Seco, e ao árbitro principal.

O jogador não chegou a precisar de receber assistência médica, tendo continuado a jogar em menos de um minuto, sem lesões aparentes.

Até ao final do jogo e após o mesmo, os adeptos benfiquistas voltaram a deflagrar dezenas de artefactos pirotécnicos, incluindo foguetes, potes de fumo e ‘flashlights’.

Após o final do jogo, foram recolhidos e apreendidos pela PSP, na bancada topo sul do estádio, 11 invólucros de engenhos pirotécnicos que foram ali acionados durante o jogo.

 

Lusa

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Já pode ir ao cinema a partir de segunda-feira

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Ao fim de mais de dois meses, os teatros e as salas de espetáculo e de cinema poderão reabrir com “lugares marcados, todas as filas ocupadas” e “um lugar de intervalo entre os espectadores, exceto se forem coabitantes”, disse hoje a ministra da Cultura à agência Lusa.

O uso de máscara  vai ser obrigatório para o público e tem de haver “higienização dos espaços entre espetáculos ou sessões”.

No caso dos teatros, terá de ser garantida “uma distância de dois metros entre a boca de cena e a primeira fila” e “os corpos artísticos e equipas técnicas não têm de usar Equipamento de Proteção Individual [EPI] em palco, mas sim à entrada e saída de palco”.

As regras mudam em relação aos eventos culturais ao ar livre. Nesse caso, “não é obrigatório o uso de máscara” pelo público.

O espaço onde decorrer o evento, como uma praça ou um parque, “tem de ter delimitações”, assim como têm de ser “assinalados os locais onde as pessoas devem estar (podem ser marcações no chão, bancos, cadeiras)” e tem de haver “1,5 metros de distância entre as pessoas”, ou grupos de coabitantes.

A reabertura de salas de espetáculos, teatros e cinemas, bem como a retoma de eventos culturais ao ar livre está prevista na terceira fase do “Plano de Desconfinamento” do Governo.

As regras gerais de reabertura, que pode acontecer a partir de segunda-feira, foram definidas pelo Ministério da Cultura “em diálogo com a Direção-Geral de Saúde”.

Lusa

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