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Compra de carros importados está a cair e a deixar comerciantes preocupados

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Carro

Os clientes estão a “adiar a compra” por causa do endividamento e da indefinição em torno do ISV, segundo o jornal “Público”.

A compra de carros importados em Portugal está a cair a pique, e os comerciantes do setor automóvel começam a ficar preocupados.

De acordo com as fontes ouvidas pela mesma publicação, os clientes “estão a adiar a compra” por causa do endividamento das famílias, que dificulta o acesso ao crédito, e da indefinição em torno do Imposto sobre Veículos (ISV) – depois de a Comissão Europeia exigir ao Governo alterações no imposto.

A retração está a afetar sobretudo o mercado dos usados, que apresentou em novembro uma quebra de 36% em termos nominais. O diário refere ainda que, até ao último dia 14 de dezembro, tinham sido emitidas 796 matrículas para carros importados usados.

“Noto alguma relutância dos clientes em fazer negócio”, admitiu ao “Público” José Lopes, comerciante de carros importados em Braga. “De agosto para cá, tenho sentido um abrandamento. Houve uma fase em que se vendeu muito, mas agora nota-se uma diferença acentuada, não tanto nos carros mais recentes, mais nos carros com alguma idade e topos de gama”, explicou.

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Poderes reforçados para inspetores combaterem despedimentos ilegais

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O primeiro-ministro anunciou esta tarde que os inspetores da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) vão ter poderes para suspender despedimentos ilegais, evitando abusos cometidos por entidades patronais na vigência do estado de emergência para combater a pandemia.

Esta medida foi anunciada por António Costa numa conferência de imprensa, a meio do Conselho de Ministros, no Palácio da Ajuda, em que anunciou algumas das medidas que constam do diploma do Governo de execução do decreto do Presidente da República que prorroga por 15 dias, até 17 de abril, o estado de emergência em Portugal.

“Os inspetores da ACT vão passar a ter poderes para suspender qualquer despedimento cujos indícios de ilegalidade sejam manifestos, evitando-se assim o abuso do atual estado de emergência por parte de entidades patronais”, disse o líder do executivo.

Face a noticias de abusos nas relações laborais, o Governo decidiu abrir a possibilidade de requisição de inspetores a qualquer outra inspeção de serviços do Estado para reforçar o quadro da ACT.

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