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Comerciantes de Lisboa têm três meses para deixarem de servir copos descartáveis na rua

As coimas previstas para a infração vão de 150 a 1.500 euros, para pessoas singulares, e de 1.000 a 15.000 euros, no caso de pessoas coletivas.

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Os comerciantes de Lisboa têm até ao final de março para se adaptarem às novas regras que proíbem o uso de louça de plástico de utilização única fora dos estabelecimentos, de acordo com um regulamento municipal publicado na terça-feira.

Segundo o Regulamento de Gestão de Resíduos, Limpeza e Higiene Urbana de Lisboa, publicado no Diário da República no último dia de 2019, as áreas de ocupação comercial estão proibidas de “servir, para fora do estabelecimento, produtos provenientes da venda e consumo do mesmo, em plástico de utilização única ou descartável, nomeadamente copos”.

A medida entrou em vigor em 01 de janeiro, mas as entidades têm o prazo de 90 dias para adaptação ao novo regulamento.

Em declarações à Lusa, fonte da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal salientou que a adaptação destes estabelecimentos às novas regras “está em curso”, existindo, no entanto, “ainda muitas dúvidas sobre o tipo e características de embalagens que podem ser usadas”.

A associação acrescentou que está a aguardar “os devidos esclarecimentos da Agência Portuguesa do Ambiente, para depois informar, com rigor”, as empresas do setor.

A Câmara de Lisboa antecipou-se à legislação nacional, que “determina a não utilização e não disponibilização de louça de plástico de utilização única nas atividades do setor da restauração e/ou bebidas e no comércio a retalho apenas a partir do dia 03 de setembro de 2020”, sendo com esse horizonte temporal que a AHRESP e as empresas estavam a trabalhar, sublinhou.

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Covid-19 leva PM britânico para os cuidados intensivos

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Boris Johnson, passou para uma unidade de cuidados intensivos no hospital onde foi internado no domingo à noite devido a sintomas persistentes da covis-19.

Um porta-voz disse que durante a tarde “o estado [de saúde] do primeiro-ministro piorou e a conselho da sua equipa médica, foi transferido para a unidade de cuidados intensivos do hospital”.

Ainda segunda a mesma fonte, Johnson terá pedido ao ministro dos Negócios Estrangeiros,  enquanto primeiro ministro de Estado, para o substituir na frente do governo “enquanto for necessário”.

 

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