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Cinco mortos e 21 pessoas infetadas num lar em Sintra

O lar Clube Fénix One acolhe cerca de 40 utentes.

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Um surto de covid-19 detetado no lar Clube Fénix One, em Sintra, já provocou a morte de cinco utentes, estando ainda 21 pessoas infetadas, disse hoje à agência Lusa fonte da Câmara Municipal.

Em causa estão 15 utentes e seis funcionários deste lar, localizado na zona do Magoito, segundo referiu à Lusa o vereador com o pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Sintra (distrito de Lisboa), Eduardo Quinta Nova.

O autarca explicou que o surto no lar Clube Fénix One foi reportado em 3 de setembro e que desde esse dia a situação foi acompanhada pelas autoridades, tendo sido realizados testes e a desinfeção das instalações.

“Ao dia de hoje temos 15 utentes positivos, dos quais três estão em internamento hospitalar, e ainda temos seis trabalhadores. Foram já feitos os primeiros testes e cura, por isto ainda se mantiveram estes positivos. Irão fazer os segundos testes de cura na sexta-feira, no sentido se saber se já há mais utentes e trabalhadores curados”, descreveu.

Eduardo Quinta Nova referiu ainda que o lar está a ser alvo durante o dia de hoje de uma ação de desinfeção e que as visitas à instituição se encontram suspensas.

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PAN afirma que Governo pondera confinamento geral em dezembro

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O PAN afirmou hoje que o Governo pondera decretar confinamento geral na primeira quinzena de dezembro para preservar o período de Natal, mas adiantou que essa medida não é certa e requer vigência do estado de emergência.

Esta eventual medida a tomar pelo Governo foi transmitida aos jornalistas pelo porta-voz do PAN (Pessoas Animais Natureza), André Silva, no final da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, destinada a discutir medidas de combate à covid-19 que possam sair do Conselho de Ministros extraordinário deste sábado.

André Silva disse que a possibilidade de se repetir um confinamento geral, tal como aconteceu em março e abril, durante a primeira metade de dezembro, “foi aflorada em termos de fim de gradualismo, ou como uma medida mais restritiva”.

“Na opinião do primeiro-ministro, se for o caso, essa medida procura antecipar ou prever aquilo que poderá ser um impacto enorme ao nível do Natal, fazendo com que as pessoas fiquem mais consciencializadas e reduzam os contactos. É preciso que se chegue ao Natal com a possibilidade de juntar a família”, justificou.

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