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Cientistas descobrem na costa da Madeira rochas com crostas de plástico

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Ilha Madeira

Investigadores do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE) descobriram na ilha da Madeira rochas com crostas de plástico que acreditam poder tratar-se de uma nova forma de poluição.

Chamada pelos cientistas liderados por Ignacio Gestoso de “plasticrosta”, é composta por polietileno, mas falta ainda saber qual a sua proveniência.

A primeira hipótese avançada é que se trate de fragmentos de plástico que foram chocando contra as rochas da costa sul da Madeira por causa das ondas e marés.

Os cientistas publicaram as conclusões do seu estudo no boletim científico Science of the Total Environment e esperam agora continuar a investigação para saber mais sobre como se forma esta “plasticrosta”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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