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Cascais: Apanhados com trela na mão… mas sem cão

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Facebook: Câmara Municipal de Cascais

Carlos Carreiras, presidente da Câmara de Cascais, prestou esta segunda-feira declarações à Tvi24 onde falou sobre os abusos das pessoas que, em dia de voto antecipado (no domingo) foram passear para as marginais, quebrando assim as regras de confinamento.

Isto não vai lá se cada um de nós não tiver uma consciência de que a nossa liberdade, que a nossa forma de ultrapassarmos a pandemia, passa muito pela nossa própria responsabilidade. E essa responsabilidade tem de ser exercida – se não for exercida, convém que o Governo tome medidas muito claras e que a comunicação seja muito objetiva“, considerou o autarca de Cascais, antes de o Executivo ter anunciado as medidas (ainda) mais apertadas.

Para Carlos Carreiras “têm de ser reforçados os meios de policiamento”. No dia de voto antecipado, estavam muitos funcionários da Câmara e das forças de segurança “envolvidos na votação”. “Deixámos de ter capacidade de meios humanos para poder fazer essa fiscalização mas, naquela que se fez, houve cidadãos que foram apanhados com uma trela pela mão, em que não tinham animal”, apontou como um exemplo “ridículo” das desculpas que os cidadãos deram para contornar o indicado.

“Estavam a dizer que estava dentro das exceções passear o animal. Mas não levavam animal. E quando se perguntava respondiam: ‘Ele fugiu e agora vou à procura dele'”, acrescentou o autarca.

Para este, “meia dúzia de chicos-espertos não podem ficar impunes”, até porque “não há forma de ultrapassar isto se cada um não tomar as devidas atitudes que tem de tomar e que todos nós já conhecemos”.

 

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Costa considera essencial consenso nacional sobre PRR

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O primeiro-ministro considerou hoje que é fundamental “garantir um consenso” sobre o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) do Governo e pediu o envolvimento de todos os setores no processo de consulta pública deste documento.

Esta mensagem foi transmitida por António Costa na sua conta pessoal na rede social Twiiter, após ter estado reunido com o Conselho de Concertação Territorial no âmbito da iniciativa do Governo “PRR em Debate”.

“A recuperação é um compromisso do país, e todos temos uma participação neste desígnio. É fundamental garantir um consenso sobre o documento que entregaremos em Bruxelas, e é essencial o envolvimento de todos no processo de Consulta Pública a decorrer”, frisa o primeiro-ministro.

O Plano de Recuperação e Resiliência de Portugal, para aceder às verbas comunitárias pós-crise da covid-19, prevê 36 reformas e 77 investimentos nas áreas sociais, clima e digitalização, num total de 13,9 mil milhões de euros em subvenções.

Depois de um rascunho apresentado à Comissão Europeia em outubro passado e de um processo de conversações com Bruxelas, o Governo português colocou agora a versão preliminar e resumida do plano em consulta pública.

 

Lusa

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