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Cibersegurança: “Com 100 mil euros e uma pequena equipa deito abaixo um governo”, alerta investigador

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O professor e engenheiro informático José Tribolet alerta que “a fragilidade” dos “sistemas vitais é assustadora” em Portugal e ironiza que “com 100 mil euros e uma pequena equipa” deitava “abaixo um governo em 15 dias”.

Em termos de cibersegurança, “a fragilidade dos nossos sistemas vitais”, dos “sistemas críticos que fazem a sociedade funcionar é assustadora”, afirmou, em entrevista à Lusa, o presidente do Departamento de Engenharia Informática do IST de Lisboa e fundador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Investigação e Desenvolvimento (INESC).

Para “quem saiba criar perturbações”, se “em vez de criar uma perturbação, criar quatro, cinco seis sete e a repetir massivamente durante uma semana, não há nenhum governo que resista”, sublinhando, porém, que as forças de segurança em Portugal conhecem estes riscos.

O professor universitário, que foi investigador no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos, dá vários exemplos, a começar na administração pública, onde “não há um inventário” dos sistemas, de equipamentos, das instalações ou até dos técnicos.

O professor e fundador do INESC tem um plano, desde 2016, para fazer formação nesta área da segurança, mas não tem candidatos porque os alunos que saem das universidades portuguesas em áreas como engenharia informática ou engenharia de redes ou sistemas e computadores não têm falta de emprego.

A solução, defende, passa por envolver, num curso pago, as cerca de 40 empresas, públicas e privadas, que operam sistemas sob concessão, nas águas, gás, eletricidade e transporte.

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Já se pode tomar banhos nas praias do Algarve

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Praia

Já foi levantada a interdição a banhos nas praias entre a Ilha do Farol (Faro) e Vilamoura (Loulé) afetadas pela “maré vermelha”, de acordo com o JN.

Segundo o jornal, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) já deu ordem à Polícia Marítima Nacional para que proceda “ao levantamento do desaconselhamento de banho nas praias compreendidas entre a Ilha Deserta e a praia das Açoteias”.

Para já, mantém-se a interdição preventiva da apanha de bivalves nas zonas afetadas. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera ainda não levantou a proibição decretada esta terça-feira por temer que houvesse contaminação.

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