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CGD: Constâncio volta ao Parlamento a 18 de junho

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O jornal Público revelou documentos que mostram que a operação de entrada de Joe Berardo no BCP tinha sido autorizada pelo Banco de Portugal (BdP), mesmo sabendo que as verbas necessárias provinham de um crédito de 350 milhões de euros contraídos junto da Caixa Geral de Depósitos (CGD).

Apesar de dizer que não esteve no conselho de administração que autorizou a operação, o antigo Governador do Banco de Portugal, Vitor Constâncio, recebeu o documento com todos os detalhes da operação, incluindo a informação de que o investidor não tinha capacidade financeira para ser um accionista qualificado da instituição, noticia o Público.

Uma auditoria da EY à CGD, revela que em 2015 a exposição do banco público à Fundação José Berardo era de 268 milhões de euros, depois de uma concessão de crédito de 350 milhões de euros para compra de ações no BCP, dando como garantia as próprias ações, que desvalorizaram e geraram grandes perdas para o banco.

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Em Portugal Continental não vai haver quarentena para turistas

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O primeiro-ministro assegurou hoje que em Portugal Continental não irão vigorar normas de quarentena para quem venha de fora do país, e disse estar tranquilo e “sem pressas” quanto à reabertura da fronteira terrestre com Espanha.

No final de um Conselho de Ministros de quase oito horas, que se reuniu para fazer o balanço das medidas da segunda fase de desconfinamento e tomar decisões relativamente à terceira fase, no âmbito da pandemia de covid-19, António Costa foi questionado se Portugal estava a negociar com algum país para que turistas possam entrar no país sem quarentena.

“Em Portugal Continental não vigorou, não vigora e nem pretendemos que venham a vigor normas de quarentena, têm sido única e exclusivamente adotadas pelas Regiões Autónomas, nunca o Governo da República as adotou e nunca as irá adotar”, afirmou.

Questionado se concorda com o anúncio feito pelo seu homólogo espanhol, Pedro Sánchez, de que a fronteira terrestre não reabra antes de 15 de julho, o primeiro-ministro remeteu o tema para negociações bilaterais.

“Estamos totalmente tranquilos e sem pressas na reabertura da nossa fronteira, respeitamos integralmente a sua vontade de não proceder à reabertura antecipada de fronteiras”, afirmou.

António Costa salientou que esta fronteira terrestre se mantém aberta para transporte de mercadorias, trabalhadores transfronteiriços e para os emigrantes que pretendam atravessar a Espanha para vir a Portugal, recordando que França já assegurou que os portugueses não terão de cumprir quarentena no regresso de férias.

Lusa

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