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CDS teve pior resultado de sempre e Cristas abandona liderança

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Foto: Facebook Assunção Cristas

O CDS, sob a liderança de Assunção Cristas, obteve no domingo o seu pior resultado de sempre em legislativas, com cinco deputados e 4,25% dos votos, percentagem mais baixa do que em 1987 e 1991.

O resultado de domingo, com cinco deputados eleitos, só se compara com o das eleições de 1991, quando o PSD teve a sua segunda maioria absoluta, e conseguiu mais um do que em 1987, na primeira maioria laranja, quando ficou conhecido como “partido do táxi”.

Assunção Cristas foi rápida a assumir responsabilidades pela derrota do partido, que se tornou a quinta força política, e anunciou, logo às 21:00, a sua demissão e a antecipação do congresso do partido, ao qual não vai concorrer.

Desde há meses que nas sondagens – para as quais Assunção Cristas ironizava que os militantes estão “vacinados” desde que se filiam no partido – o CDS “não descolava” e os resultados de domingo confirmaram os cenários mais cinzentos.

Sem nunca estabelecer uma meta definida e quantificada, Cristas modulou o discurso entre “o reforço do CDS” e na ambição de “contribuir para uma maioria de centro e de direita” em Portugal, capaz de ser alternativa ao PS e aos partidos de esquerda.

E todos esses objetivos ficaram pelo caminho da campanha eleitoral: os centristas não reforçaram a votação e juntos, PSD e CDS tiveram, segundo os resultados provisórios em território nacional, 32,15% dos votos, abaixo dos 36,8% da coligação PAF em 2015.

Da atual bancada de 18 deputados, eleita em 2015, em coligação com o PSD, os centristas ficaram reduzidos a cinco, perdendo eleitos de Setúbal (Nuno Magalhães), Viseu (Helder Amaral), Viana do Castelo (Filipe Anacoreta Correia), Faro (João Rebelo), Leiria (Raquel Abecasis), Santarém (Patrícia Fonseca), Viana do Castelo e perderam três representantes em Lisboa, dois no Porto, um Braga e outro em Aveiro.

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Covid-19: Segundo tripulante português hospitalizado no Japão

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Um segundo cidadão português está hospitalizado no Japão “por indícios relacionados” com o Covid-19, também tripulante do navio de cruzeiros Diamond Princess, confirmou à agência Lusa o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

“Dois dos tripulantes portugueses do Diamond Princess tiveram de ser hospitalizados, no Japão, por indícios relacionados com o novo coronavírus. Ambos dispõem dos cuidados médicos necessários e são apoiados pela embaixada portuguesa em Tóquio”, disse numa resposta escrita à Lusa fonte oficial do MNE.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou que um dos portugueses é Adriano Maranhão e o segundo infetado “não quer ser identificado” e pediu que a “sua situação seja mantida privada”.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, afirmou hoje que havia um segundo caso nas mesmas circunstâncias que as do português infetado pelo novo coronavírus.

“Há um reduzido número de portugueses que, por sua vontade, permaneceram e permanecem na cidade chinesa de Wuhan e a informação que tenho é que todos se encontram bem. Há um cidadão português internado num hospital no Japão que é tripulante de um navio de cruzeiro e que está a receber tratamento, há outro cidadão português nas mesmas circunstâncias, três tripulantes portugueses que ainda estão a bordo desse navio de cruzeiro e todos eles têm sido submetidos a testes que têm dado sempre resultados negativos”, afirmou.

O chefe de diplomacia portuguesa falava aos jornalistas, à margem da sessão de encerramento do ciclo de conferências “NATO aos 70: Passado e Futuro”, em Lisboa.

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