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Casillas anuncia candidatura à presidência da federação espanhola

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O espanhol Iker Casillas vai candidatar-se à presidência da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), anunciou hoje o guarda-redes do FC Porto, confirmando o fim próximo da carreira profissional.

“Sim, vou candidatar-me à presidência da RFEF quando se convocarem eleições. Juntos vamos pôr a nossa federação à altura do melhor futebol do mundo: o de Espanha”, afirma Casillas na rede social Twitter.

Casillas tinha anunciado em setembro que revelaria o seu futuro em março, depois de quase um ano parado, devido ao enfarte sofrido num treino dos ‘dragões’, em 01 maio de 2019, que o obrigou a uma intervenção cirúrgica.

Desde então, não voltou a jogar, mas manteve-se ligado ao FC Porto, permanecendo a dúvida quanto a um regresso à competição, embora o presidente da Liga espanhola, Javier Tebas, tenha chegado a dizer que Casillas admitia voltar.

O futebolista, de 38 anos, oficializa agora o final da carreira enquanto jogador, ainda que o seu último jogo tenha sido disputado em 26 de abril de 2019, com um empate na visita ao Rio Ave (2-2), para a I Liga portuguesa.

Após o enfarte e já no período de recuperação, o FC Porto anunciou que o espanhol iria integrar, enquanto recuperava, o “staff diretivo da equipa de futebol”, mas chegou a inscrevê-lo na I Liga para a atual época.

O guarda-redes chega às eleições da RFEF identificado como uma das figuras mais conceituadas do futebol mundial, após uma carreira em que se notabilizou, sobretudo, na seleção espanhola e no Real Madrid.

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Benfica, FC Porto e Sporting com perdas de 27 ME mês – especialist​​​​​​a

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Benfica, FC Porto e Sporting podem perder mais de 27 milhões de euros por cada mês de paragem do futebol devido à pandemia de covid-19, estimou à agência Lusa o especialista de gestão desportiva Alfredo Silva.

Segundo o professor da Escola Superior de Desporto de Rio Maior Alfredo Silva, coordenador da licenciatura de Gestão das Organizações Desportivas, as perdas para os denominados ‘três grandes’ podem chegar a esses valores somando as três “áreas de negócio” mais relevantes em termos de receitas.

Se na bilheteira pode existir “uma perda real mensal de 4,3 milhões de euros”, números ponderados com os mais de 3,5 milhões de espetadores que assistiram a jogos da I Liga em 2018/19, a maior fatia dos quais em torno destes três rivais, os valores sobem muito mais quando se fala de transmissões televisivas.

Com o campeonato parado, não só os adeptos não podem marcar presença nos estádios, como não conseguem assistir às partidas em casa, através da televisão.

Nesse cenário, e assumindo uma paragem de um mês, as perdas com a distribuição televisiva das partidas, bem como outros conteúdos relacionados, originariam “uma perda de 17 milhões de euros” para os três clubes.

O outro eixo de perdas possíveis prende-se com os patrocínios e outros contratos de publicidade, que podem “ser mitigadas” para os clubes, mas acabam por afetar mais “as empresas e marcas patrocinadoras”.

“Os contratos poderão ser renegociados, facto que pode originar [para os clubes] perdas mensais de seis milhões de euros”, acrescenta o docente universitário.

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