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Carro de Reyes circulava a 237 km/hora quando se deu o acidente

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Foto: slbenfica.pt

O relatório preliminar da Guarda Civil espanhola ao acidente que vitimou o futebolista José Antonio Reyes indica que o automóvel circulava a uma velocidade de 237 km/hora.

O rebentamento de um pneu, revela o jornal El Mundo Deportivo, é apontado como uma causa provável do sinistro. Este facto, aliado à alta velocidade a que rodava o Mercedes Brabus S550 de 380 cavalos, pode ter determinado o desfecho trágico, embora estas conclusões não sejam definitivas e correspondam para já aos primeiros testes realizados no local do acidente.

O carro saiu da estrada por causa do rebentamento e da alta velocidade, colidiu com uns blocos, capotou e incendiou-se de seguida. Segundo o jornal espanhol, Reyes não utilizava este carro há vários meses e os investigadores suspeitam que os pneus não tinham a pressão adequada.

O acidente ocorreu às 11.40 de sábado, no km 18 da A-376, na direção de Utrera, a sua cidade natal, à qual Reyes regressava após o treino do seu clube atual, o Extremadura, em Almendralejo (195 km de distância).

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, deixou uma nota de pesar no site do clube. “Foi um choque e com profunda tristeza e consternação que tomámos conhecimento do fatídico acidente que vitimou o nosso ex-jogador José Antonio Reyes, um jovem de 35 anos.

Para Luís Filipe Vieira, “O atleta e homem exemplar ficará para sempre na nossa memória”.

Também o Arsenal, clube por onde o futebolista passou, deixou um vídeo de homenagem.

Atualidade

Empresa de Gaia que promove carne com imagem de mulher vai retirar cartazes

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Foto: Facebook Carnes Sá da Bandeira

A empresa Carnes Sá da Bandeira, de Vila Nova de Gaia, que lançou uma campanha publicitária onde associava uma mulher de bikini à venda de carne, vai remover os cartazes.

Para promover a carne de vitela branca para assar a empresa associou a imagem de uma mulher em bikini na praia. Por debaixo do “slogan” lê-se: “Para quem prefere o melhor”.

Esta terça-feira, a empresa emitiu um comunicado a explicar que «À semelhança de anos anteriores foram elaborados cartazes alusivos ao verão cuja associação de imagens levou a interpretações que de modo algum ocorreu à empresa. Tendo como máxima que “a nossa liberdade acaba quando começa a liberdade do outro” procedemos de imediato à remoção dos mesmos».

Entretanto o MDM – Movimento Democrático de Mulheres enviou um protesto à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género. Nas redes sociais, o Movimento defende que “as mulheres não são mercadoria” e critica duramente a campanha.

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