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Camisola de Cristiano Ronaldo “desaparecida” motiva polémica em Toronto

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O “desaparecimento” de uma camisola de Cristiano Ronaldo que foi oferecida a uma associação madeirense de Toronto está no centro de uma polémica que divide atuais e antigos dirigentes.

Segundo a Lusa, a camisola que terá sido utilizada por CR7 num jogo oficial de Portugal foi doada pelo Museu CR7 mas os atuais dirigentes da associação não sabem onde está e acusam os anteriores dirigentes de a terem escondido.

“Até dezembro de 2017 nenhum sócio da Casa da Madeira tinha conhecimento de qualquer peça enviada pelo Museu CR7 ou estava em exposição na instituição”, afirmou José Rodrigues, conselheiro das Comunidades Madeirenses.

Esta situação, disse o dirigente, está a deixar “revoltada e indignada” a comunidade madeirense no Canadá.

Em 2017, uma diretora da Casa da Madeira de Toronto, ao visitar o museu, foi informada do envio de umas botas oficiais de Cristiano Ronaldo e de uma camisola, equipamento utilizado num jogo oficial da seleção nacional.

Em 2018, a associação teve eleições e ganhou uma direção que em maio começou a solicitar informações sobre o “paradeiro do material”, explicou o conselheiro.

Entretanto, o anterior presidente entregou as chuteiras oficiais de Cristiano Ronaldo à Casa da Madeira, no dia 18 de julho de 2018, mas a camisola continua desaparecida.

No dia 7 de abril, numa assembleia-geral, os sócios da Casa da Madeira tiveram conhecimento de todo o episódio e decidiram afastar “seis associados incluindo o anterior presidente”, que ficam “proibidos de entrar nas instalações da coletividade”, confirmou o presidente da assembleia-geral, Salomé Gonçalves.

Contactado pela Lusa, o ex-presidente da Casa da Madeira de Toronto, Rick Coelho, visado pelas críticas, confirmou que “a camisola foi trocada por erro” na sequência de um sorteio de rifas.

“Tínhamos duas camisolas de Cristiano Ronaldo, cada uma, dentro de um envelope. A camisola do Real Madrid, deveria ser a atribuída nas rifas, e sem querer entregamos ao vencedor do sorteio a camisola em questão (utilizada num jogo oficial por CR7)”, justificou.

O antigo dirigente lamentou ainda toda a situação prometendo estar a trabalhar para “recuperar a camisola perdida”.

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Autoridades empenharam mais de 150 elementos no transporte de combustível

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Camião

A GNR e a PSP asseguraram, no total, o transporte de combustível em 139 veículos pesados, empenhando 158 elementos nesta operação, na sequência da greve dos motoristas.

Dados divulgados à agência Lusa pelo Ministério da Administração Interna, que acrescenta que estes transportes de combustível foram realizados entre segunda-feira, dia 12 de agosto, e domingo, dia em que a greve foi desconvocada pelo segundo e último sindicato que a tinham convocado.

Devido à greve dos motoristas, o Conselho de Ministros declarou em 09 de agosto a situação de crise energética, tendo esta manhã, um dia depois da desconvocação da greve, decretado o seu fim a partir das 23:59 de hoje.

Para terça-feira está marcada uma reunião no Ministério das Infraestruturas e Habitação, em Lisboa, para a retoma de negociações entre a associação patronal Antram e o SNMMP.

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