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Camionistas de matérias perigosas iniciam hoje negociações com patrões

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Gasolina Gasóleo Combustíveis

O Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) começa hoje a negociar melhores salários e condições de trabalho com a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), na sequência da greve que afetou a distribuição de combustíveis em todo o país.

O SNMMP vai pedir salários de 1.200 euros para os profissionais do setor e um subsídio de 240 euros para compensar os trabalhadores pelo contacto constante com matérias químicas nocivas à saúde.

O reconhecimento da atividade como sendo de “desgaste rápido, para efeitos de reforma” é outra das reivindicações a levar à negociação.

Segundo o presidente do sindicato, a ideia é conseguir que cada quatro anos de trabalho com produtos químicos, seja convertido num ano de abatimento na idade de reforma.

O Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas quer um Acordo Coletivo específico para os motoristas que “valorize e respeite esta categoria profissional. Não somos melhores nem piores, mas existem diferenças, nomeadamente ao nível das exigências que nos são feitas”, disse Francisco São Bento à Lusa na semana passada.

A greve de três dias iniciada no dia 15 de abril levou o Governo a decretar uma requisição civil e, posteriormente, a convidar as partes a sentarem-se à mesa de negociações.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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