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Camiões continuam a sair de Aveiras de Cima

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Camião

Os camiões de transporte de matérias perigosas continuam a sair da Companhia Logística de Combustíveis (CLC), em Aveiras de Cima, Lisboa, apesar de o porta-voz do sindicato ter afirmado esta manhã que ninguém iria “fazer absolutamente nada”.

Entre as 09:00 e as 10:00 saíram cerca de 20 motoristas de matérias perigosas do CLC, sendo que a maioria foi apupada pelos colegas do piquete de greve, constatou a agência Lusa no local.

Na terça-feira, entre as 09:10 e as 11:40, saíram cerca de 50 camiões.

O porta-voz do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), Pedro Pardal Henriques, garantiu à agência Lusa, cerca das 10:00, que hoje estão a sair “muito menos” camiões em relação a terça-feira e que “é óbvio que os serviços mínimos não vão ser cumpridos”.

Entretanto, às 10:00, questionado sobre o facto de continuarem a sair veículos do CLC, o porta-voz do sindicato dos motoristas de matérias perigosas afirmou: Alguns “já tinham os camiões carregados e estão a fazer a descarga, até para não correr o risco de um camião ficar aqui carregado”.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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