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Calor regressa na próxima semana com temperaturas a subir até aos 35 graus

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O calor vai regressar ao continente na próxima semana com as temperaturas máximas a subir para as médias da estação, ainda que neste fim de semana a nebulosidade alta marque presença durante a manhã, avançou fonte do IPMA.

“Amanhã [sábado] temos uma melhoria considerável do estado do tempo relativamente ao dia de hoje. Temporariamente com alguma nebulosidade alta no norte e centro, e no litoral a norte do Cabo Raso. Para quem está na praia nesses locais terá nebulosidade matinal que tende a dissipar gradualmente ao final da manhã”, explicou à agência Lusa, Maria João Frada, meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Na costa sul do Algarve, e ao contrário do dia de hoje, sábado irá apresentar-se com céu pouco nebulado ou limpo e com subida dos valores da temperatura máxima.

Para domingo, e de acordo com as previsões, “poderá haver um ou outro aguaceiro disperso, estando também reunidas condições para trovoadas no norte e centro”, sendo que as temperaturas máximas “descem um pouco”.

“Na segunda feira e, em especial na terça, teremos uma subida gradual das temperaturas máximas, que podem atingir os 30 a 35 graus no interior do Alentejo, na Beira Baixa, no Vale do Tejo: Santarém, na região de Lisboa e Setúbal. No restante território [as temperaturas] vão variar entre 25 e 30 graus”, especificou Maria João Frada.

Para o dia de hoje, o instituto prevê chuva fraca até ao final da manhã e uma pequena descida de temperatura, em especial da máxima.

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Candidaturas a apoios ao investimento nas explorações de jovens agricultores abriram

A candidatura deverá ser submetida através do portal do programa Portugal 2020 ou da página de internet do PDR.

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Os jovens agricultores podem candidatar-se a apoios ao investimento nas explorações agrícolas em setores como a fruticultura e olivicultura, a partir de hoje e até novembro, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020.

As candidaturas apresentadas devem “fomentar a renovação e o rejuvenescimento das empresas agrícolas e da estrutura produtiva agroindustrial, potenciando a criação de valor, a inovação, a qualidade e segurança alimentar, a produção de bens transacionáveis e a internacionalização do setor”, lê-se num anúncio hoje publicado na página do programa.

Por outro lado, as propostas dos candidatos devem reforçar a viabilidade das explorações agrícolas e preservar e melhorar o ambiente, “assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de higiene e segurança no trabalho”.

A área geográfica elegível corresponde ao continente e a tipologia de intervenção a apoiar respeita investimentos nas explorações cujo valor total seja superior a 25 mil euros.

A dotação orçamental é de 20 milhões de euros, distribuída pela viticultura, que tem 400 mil euros, cerealicultura, com 600 mil euros, fruticultura, com seis milhões de euros, olivicultura, com 2.600.000 euros, horticultura, floricultura e PAM (inclui cultura de pequenos frutos e bagas), com 5.400.000 euros, pecuária intensiva (3.800.000 euros) e pecuária extensiva (1.200.000 euros).

Os apoios são concedidos sob a forma de subsídio não reembolsável para os investimentos elegíveis até 700.000 euros por beneficiário e de subvenção reembolsável nos que ultrapassarem este valor e até ao máximo de cinco milhões de euros de investimento por beneficiário.

“A estes valores será deduzido o valor aprovado em concursos anteriores”, ressalvou a autoridade gestora do programa.

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