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Calendário escolar 2019/2020 tem três semanas de férias no Natal

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No próximo ano letivo, as férias do Natal vão ter mais uma semana do que o habitual: a pausa começa a 18 de dezembro e as aulas recomeçam a 6 de janeiro.

O segundo período termina a 27 de março e os alunos vão ter mais de duas semanas de férias, já que regressam às escolas a 14 de abril. O terceiro período volta a ser curto.

Os alunos do 9.º, 11.º e 12.º que vão fazer exames nacionais terminam as aulas a 4 de junho, terão sete semanas, 41 dias de aulas. Os do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos vão acabar o ano uma semana depois, a 9 de junho – terão assim oito semanas de aulas no último período, 41 dias úteis. Os mais novos do 1.º ciclo e pré-escolar são os últimos a ir de férias. Terminam as aulas a 19 de junho.

O calendário escolar publicado esta sexta-feira em Diário da República também revela as datas das provas de aferição e de exames do próximo ano. O primeiro período tem início entre 10 e 13 de setembro e termina a 17 de dezembro de 2019.

O segundo período inicia-se a seis de janeiro de 2020 e termina a 27 de março (com interrupção letiva entre 24 e 26 de fevereiro).

O terceiro período começa a 14 de abril de 2020 e termina a quatro de junho, para os alunos do 9.º, 11º e 12º ano; nove de junho para os alunos do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos; 19 de junho para o pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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