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Bruno Lage defende que se devem prender os desordeiros no futebol

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Foto: Facebook Bruno Lage

O treinador do Benfica, Bruno Lage, insurgiu-se este sábado depois do jogo de preparação com a Académica, contra os adeptos que provocaram desacatos no Municipal de Coimbra e apelou a que se comece a prender os desordeiros.

“Antes de falar do jogo, quero falar do minuto 30. Isto tem de acabar! Houve um adepto que foi para o hospital e ninguém foi preso. A gente tem de começar a prender esta malta, esteja ela vestida de preto, de vermelho, de azul ou de verde”, afirmou Bruno Lage, indignado com as cenas de violência que forçaram à interrupção do jogo entre as duas equipas.

Para o treinador do Benfica “perde-se muito tempo a falar de outras situações” quando estes episódios de violência “é que não deviam ser tolerados e têm de ser encarados de outra maneira”.

“Hoje o jogo esteve parado cinco minutos. Já chega. Temos de tomar medidas urgentes sob pena de um dia, como adepto, deixar de trazer o meu filho ao futebol”, rematou Bruno Lage em declarações à SportTV.

O Benfica goleou a Académica por 8-0, em jogo de preparação da pré-época, disputado no estádio Municipal de Coimbra, mas esteve interrompido cerca de oito minutos devido a problemas nas bancadas entre os adeptos.

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Candidaturas a apoios ao investimento nas explorações de jovens agricultores abriram

A candidatura deverá ser submetida através do portal do programa Portugal 2020 ou da página de internet do PDR.

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Os jovens agricultores podem candidatar-se a apoios ao investimento nas explorações agrícolas em setores como a fruticultura e olivicultura, a partir de hoje e até novembro, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020.

As candidaturas apresentadas devem “fomentar a renovação e o rejuvenescimento das empresas agrícolas e da estrutura produtiva agroindustrial, potenciando a criação de valor, a inovação, a qualidade e segurança alimentar, a produção de bens transacionáveis e a internacionalização do setor”, lê-se num anúncio hoje publicado na página do programa.

Por outro lado, as propostas dos candidatos devem reforçar a viabilidade das explorações agrícolas e preservar e melhorar o ambiente, “assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de higiene e segurança no trabalho”.

A área geográfica elegível corresponde ao continente e a tipologia de intervenção a apoiar respeita investimentos nas explorações cujo valor total seja superior a 25 mil euros.

A dotação orçamental é de 20 milhões de euros, distribuída pela viticultura, que tem 400 mil euros, cerealicultura, com 600 mil euros, fruticultura, com seis milhões de euros, olivicultura, com 2.600.000 euros, horticultura, floricultura e PAM (inclui cultura de pequenos frutos e bagas), com 5.400.000 euros, pecuária intensiva (3.800.000 euros) e pecuária extensiva (1.200.000 euros).

Os apoios são concedidos sob a forma de subsídio não reembolsável para os investimentos elegíveis até 700.000 euros por beneficiário e de subvenção reembolsável nos que ultrapassarem este valor e até ao máximo de cinco milhões de euros de investimento por beneficiário.

“A estes valores será deduzido o valor aprovado em concursos anteriores”, ressalvou a autoridade gestora do programa.

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