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“Brexit” leva TAP a abandonar centro de Londres

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Foto: Facebook TAP

A TAP revelou que, “devido às incertezas de procura por parte dos clientes, associada ao ‘Brexit’, e pelos resultados abaixo do esperado nesse mesmo mercado, a TAP decide suspender a operação no aeroporto de London City”.

Uma medida integrada no plano estratégico para 2020 que será compensada “parcialmente com o aumento da capacidade dos aviões à partida de Lisboa e do Porto para os restantes aeroportos londrinos, nos períodos de maior procura”.

Um dos pilares da operação da TAP é o mercado dos EUA e, neste caso, a companhia mantém a aposta: “quatro voos diários para Nova Iorque”, duplicando as frequências diárias entre Lisboa e Nova Iorque (JFK), “além do voo Lisboa-Newark (EWR) e do Porto-Newark (EWR) que passa a ser diário”. Já “Miami receberá dez voos por semana, em vez dos actuais sete. Também as novas rotas de Washington D.C. e Chicago passarão a contar com voos diários”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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