Ligue-se a nós

Atualidade

Brasil: Jacarés à solta em favela do Rio de Janeiro após tempestade

Publicado

Os habitantes foram surpreendidos por jacarés que fugiram de uma quinta na favela Rola, no distrito de Santa Cruz, a oeste do Rio de Janeiro.

Os animais escaparam do cativeiro depois das chuvas torrenciais derrubarem a parede que os mantinha isolados.

Os serviços municipais de proteção ambiental confirmaram a mobilização de uma equipa para tentar encontrar os jacarés, sem especificar quantos estão à solta.

A insegurança na favela, liderada por narcotraficantes, tem impedido a ação das autoridades.

A tempestade que atinge o Rio de Janeiro desde a noite de segunda-feira já fez dez mortos e provocou inundações e deslizamentos de terras em vários pontos da cidade.

Atualidade

Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

Publicado

Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

Continue a ler

Populares