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Bombeiro ferido no combate a incêndio na A3 em Famalicão

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Emergência Ambulância

Um bombeiro sofreu esta sexta-feira ferimentos ligeiros quando combatia um incêndio que começou numa pesado de mercadorias na Autoestrada 3 (A3) e se propagou a uma área florestal em Vila Nova de Famalicão.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga, o bombeiro foi conduzido ao Hospital de Famalicão.

Um camião que seguia na A3 no sentido Porto-Braga, sem transportar qualquer carga, incendiou pelas 10:00, em Famalicão, e acabou por incendiar também uma área florestal.

O condutor do camião escapou ileso.

Em comunicado, a Brisa refere que, pelas 10:00, a circulação na A3 foi interrompida no “sentido sul/norte, entre as saídas 7/Cruz e 8/Braga Sul”, para “combate a incêndio em veículo pesado”.

A circulação foi reaberta às 11:00.

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UE pressiona Brasil a combater desflorestação

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A União Europeia (UE) vai continuar a exigir que o Brasil cumpra os seus compromissos de combate à desflorestação da floresta amazónica, mas rejeita banir a importação de carne bovina como retaliação, afirmou hoje a comissária do Comércio.

“Boicotar produtos não é, geralmente, uma boa ideia. E se um país disser que quer boicotar as [importações] de carne bovina brasileira, isso é contra as regras da Organização Mundial de Comércio [OMC] e não estamos autorizados a fazê-lo”, afirmou a comissária europeia Cecilia Malmström.

Em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a responsável notou que “cabe aos consumidores decidir o que fazer”.

“Os consumidores compram e são muito poderosos, mas oficialmente termos um boicote não é uma boa ideia”, acrescentou Cecilia Malmström.

As declarações da comissária europeia do Comércio surgem depois de, recentemente, alguns países da UE – como França, Irlanda, Áustria e Luxemburgo – terem ameaçado bloquear o processo de ratificação do acordo de livre comércio entre a União e a Organização do Mercado Comum do Sul (Mercosul) se o Brasil não começar a cumprir as suas obrigações climáticas de proteção da Amazónia.

A desflorestação da floresta amazónica tornou-se mais evidente devido aos incêndios de grandes dimensões que afetaram a Amazónia em agosto passado, com os líderes mundiais, nomeadamente europeus, a exigirem ação por parte do Brasil.

Em Portugal, são quase 1.800 as empresas que exportam para a região do Mercosul, num total de 40 mil postos de trabalho abrangidos e de 2,5 mil milhões de euros gerados por estas trocas comerciais.

Para Cecilia Malmström, o acordo UE-Mercosul é, inclusive, uma forma de forçar o Brasil a cumprir os compromissos assumidos no Acordo de Paris de combate às alterações climáticas, firmado em 2015.

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