Ligue-se a nós

Atualidade

Bob, o primeiro supercomputador português vai ser inaugurado esta sexta-feira

As aplicações do supercomputador português estendem-se à bioinformática, ao clima, à segurança marítima, às pescas, à mobilidade nas cidades ou à gestão de risco de incêndio nas florestas.

Publicado

O primeiro supercomputador em Portugal, que permitirá aumentar a capacidade nacional de computação, é hoje inaugurado em Riba de Ave, onde funciona o novo Centro de Computação Avançada do Minho.

O supercomputador denominado “Bob” vai tornar possível aumentar “em dez vezes a capacidade nacional de computação” e incentivar a cooperação científica e empresarial na ciência de dados e inteligência artificial, de acordo com uma nota informativa da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

O Centro de Computação Avançada do Minho, que é hoje também inaugurado, pertence à Universidade do Minho, que, em conjunto com a FCT, instalou e operacionaliza o supercomputador.

A nova unidade de computação avançada está fisicamente instalada no centro de dados da REN – Redes Energéticas Nacionais, pretendendo-se que o supercomputador funcione maioritariamente com fontes de energia renovável (eólica, fotovoltaica e hidroelétrica).

Parte da infraestrutura computacional foi cedida à FCT pela universidade norte-americana do Texas, ao abrigo de uma parceria que se alargou ao Centro Nacional de Supercomputação de Barcelona, que tem o supercomputador MareNostrum, um dos mais potentes da Europa e um dos com maior capacidade do mundo.

O equipamento servirá, inclusive, para o processamento de dados do Centro de Investigação Internacional sobre o Atlântico nos Açores (AIR Centre), uma rede científica de vários países, com sede na ilha Terceira, para o estudo do clima, espaço e oceanos.

Publicidade

COMENTÁRIOS

Atualidade

Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

Publicado

Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

Continue a ler

Populares