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Música

Beyoncé bate recorde nos Grammys

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As mulheres dominaram o 63.º edição dos Grammys, que foram entregues na madrugada deste domingo para segunda-feira, de 14 para 15 de março.

Beyoncé partiu na frente da corrida com nove nomeações, mas não conseguiu conquistar os principais galardões da noite. Apesar de não ter vencido nas categorias mais populares, a norte-americana bateu um recorde histórico: ao receber o prémio de Melhor Atuação R&B, por “Black Parade”, e de Melhor Atuação Rap (“Savage”, com Megan Thee Stallion) a cantora tornou-se na artista mais premiada de sempre nos Grammys Awards.

Para além dos galardões conquistados, com as suas 79 nomeações no total, Beyoncé é a artista feminina mais nomeada da história dos Grammys – a cantora está empatada com Paul McCartney e tem apenas uma nomeação a menos do que o seu marido, Jay-Z, e Quincy Jones, que detêm o recorde, com 80 cada.

Na cerimónia, Taylor Swift conquistou o troféu de Melhor Álbum, com “Folklore”, tornando-se na primeira mulher a vencer na categoria três vezes.

A norte-americana já tinha sido distinguida com o Grammy de Melhor Álbum com “Fearless”, de 2010, e “1989”, editado em 2016. Até este ano, os únicos vencedores na categoria eram Frank Sinatra, Paul Simon e Stevie Wonder.

Billie Eilish levou para casa o Grammy de Gravação do Ano, o prémio mais importante da noite. Beyoncé, Black Pumas, DaBaby & Roddy Ricch, Doja Cat, Dua Lipa, Post Malone e Megan Thee Stallion & Beyoncé também estavam na corrida.

A jovem cantora conquistou ainda o prémio de Melhor Música para um Meio Visual pelo tema que criou para o filme “007: Sem Tempo Para Morrer”. Segundo a Variety, esta foi a primeira vez na história dos Grammys que uma canção de um filme que ainda não estreou venceu na categoria.

Já o Grammy de Canção do Ano foi entregue a H.E.R., pela canção “I Can’t Breathe” – o título do tema faz referência às últimas palavras de George Floyd.

Atualidade

Álbum inédito de Prince cinco anos após a sua morte

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Foto: Facebook Prince Oficial

Cinco anos depois do desaparecimento de Prince, a exploração do seu espólio continua e está programada, para 30 de julho, a saída de um álbum inédito – “Welcome 2 America” –, indicou quinta-feira fonte da Legacy Recordings, marca da Sony.

A faixa com este título começou a ser difundida nas plataformas digitais a partir de hoje. Nela pode-se ouvir Prince declamar, de forma falada e cantada, que a América é “uma terra de liberdade, (mas também) casa de escravo”.

O álbum, que data de 2010, foi retirado de “The Vault” (“O Cofre”), a famosa caixa-forte do “Kid de Minneapolis” (“O Rapaz de Minneapolis”), que está no que era o seu local privilegiado de criação, o estúdio de Paisley Park.

Neste local está um número indeterminado de ensaios, álbuns acabados ou por acabar, registos gravados ao vivo e colaborações.

Prince, faleceu em 21 de abril de 2016, aos 57 aos, alimentou uma lenda sobre os seus produtos escondidos, através de várias declarações ambíguas à comunicação social.

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