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Bebé sem rosto teve alta do Hospital mas vai ser acompanhado em casa

O Conselho Disciplinar Regional do Sul (CDRS) da Ordem dos Médicos suspendeu preventivamente o obstetra que acompanhou a gravidez e que não detetou as malformações.

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Bebé recém nascido

O bebé que nasceu com malformações no rosto no Hospital São Bernardo já teve alta, mas vai ser acompanhado em casa por uma equipa comunitária de cuidados paliativos, anunciou o Centro Hospitalar de Setúbal.

“Apesar da disponibilidade oferecida aos pais de permanecerem em regime de internamento, os mesmos decidiram que preferiam continuar a prestar os cuidados ao bebé Rodrigo no domicílio, refere um comunicado divulgado hoje pelo Centro Hospitalar de Setúbal.

“A criança e família estão a ter o apoio da Equipa Comunitária de Cuidados Paliativos, mantendo-se sempre na retaguarda o apoio da Equipa Intra Hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos Pediátricos”, acrescenta o comunicado, adiantando que Rodrigo, que nasceu no dia 7 de outubro no Hospital São Bernardo, em Setúbal, se encontra estável e não necessita de cuidados especiais em regime de internamento hospitalar.

No passado dia 22 de outubro, o Conselho Disciplinar Regional do Sul (CDRS) da Ordem dos Médicos suspendeu preventivamente o obstetra que acompanhou a gravidez da mãe do Rodrigo e que não detetou as malformações do feto em diversas ecografias realizadas numa clínica particular, mas que não tem acordo com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

Na altura, o CDRS justificou a suspensão com a “gravidade das infrações imputadas ao médico arguido nos vários processos e aos indícios muito fortes de que efetivamente as cometeu” e considerou que a conduta do obstetra Artur Carvalho colocou em causa a confiança na qualidade dos serviços médicos obstétricos prestados em Portugal e desprestigiou a classe médica.

Atualidade

A gripe já fez triplicar idas aos hospitais e centros de saúde

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Hospital Saúde Médico

A corrida aos serviços de saúde está a ocorrer mais cedo do que no ano passado, sobretudo no norte do país.

Na primeira semana de dezembro, houve 1572 atendimentos nos cuidados primários por síndrome gripal face a 538 registados na mesma semana de 2018.

Nos hospitais, na última semana de novembro (últimos dados disponíveis), a procura dos serviços de urgência por síndrome gripal mais do que triplicou (103 episódios em 2018 para 358 em 2019), revela a monitorização da gripe da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte.

A região já tem mais de 60 centros de saúde com horário alargado à noite e aos fins de semana para responder à afluência crescente.

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