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BCP começa a cobrar MBWay esta segunda-feira

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O BCP vai começar a cobrar pelas operações no MBWay a partir de segunda-feira, avança o presidente executivo do BCP, Miguel Maya, que justifica a cobrança com o valor que o sistema cria para o cliente.

Em entrevista ao Negócios e à Antena 1, Miguel Maya acrescentou que o banco vai começar a cobrar pelas operações através do MBWay a partir de dia 17 de junho, mas que cerca de metade dos clientes ficarão isentos.

O presidente executivo do banco diz que 50% dos clientes não vão pagar pelo serviço: “os jovens até aos 23 anos e clientes com soluções integradas”. Quem usar a aplicação do BCP “vai ter um preço que é praticamente 50% do preço na aplicação autónoma da SIBS”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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