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Barrancos foi o único concelho do país onde o PAN não conseguiu um único voto

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Tourada Toureiro Touro

As eleições europeias de domingo confirmaram uma tendência de crescimento do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) nos meios urbanos litorais, sobretudo no sul do país.

O partido não teve um único distrito com uma votação abaixo dos 2%. Mas houve um concelho onde não conseguiu convencer um único eleitor: Barrancos.

Com 1.325 inscritos, a terra que, em 2002, levou à aprovação do regime de exceção para os touros de morte, mobilizou apenas 356 votantes. E, se há, quatro anos, o PAN ainda reuniu dois votos, nas europeias de domingo juntou-se à Iniciativa Liberal, ao MAS, ao Nós Cidadãos e ao PURP na lista das candidaturas que não obtiveram um único voto. Um “voto vermelho” ao partido que elegeu Francisco Guerreiro como eurodeputado e que tem feito da proibição das touradas uma bandeira.

Foi sobretudo nos meios urbanos litorais que o PAN reuniu mais apoios, sobretudo em Lisboa, onde atingiu os 6,79% e onde se localiza o concelho do país onde reuniu mais votos: Oeiras, com 7,88%. Do outro lado do Tejo, em Setúbal, o PAN conquistou 6,59% e, em Faro, os 6,15%. O quarto distrito do país com maior votação no PAN foi o Porto, com 5.59%.

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Mais de 4.000 enfermeiros pediram certificado para trabalhar fora do país em 2019

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Mais de quatro mil enfermeiros pediram no ano passado à Ordem a declaração para efeitos de emigração, um número recorde de profissionais a pretender sair do país e que representa três vezes mais do que o registado em 2017.

Em comunicado hoje divulgado, a Ordem dos Enfermeiros afirma que recebeu 4.506 pedidos de certificado de equivalência para exercer no estrangeiro durante 2019. Em 2018 tinham sido pedidos 2.736 e no ano anterior 1.286.

“Face aos dados do primeiro semestre de 2019, que contabilizou 2.321 pedidos de declarações, a Ordem já tinha alertado para a possibilidade de 2019 vir a registar a maior vaga de emigração de sempre, o que acabou por se concretizar, e o ano fechou com números surpreendentes e além dos estimados”, refere a nota.

Trata-se, para a Ordem, de um “número preocupante” e que espelha o “estado da saúde em Portugal e em particular a forma como os profissionais são tratados”.

“No estrangeiro, os enfermeiros têm a formação e a especialidade pagas, têm, efetivamente, uma carreira com diferenciação salarial, mas, acima de tudo, são reconhecidos e acarinhados”, indica a bastonária Ana Rita Cavaco no comunicado divulgado hoje de manhã.

Quanto a países de destino dos enfermeiros, o Reino Unido continua a surgir em primeiro lugar, seguido de Espanha e Suíça.

Os Emirados Árabes surgem já no sexto lugar das escolhas de emigração dos enfermeiros.

Segundo a Ordem, há atualmente 18 mil enfermeiros portugueses no estrangeiro, quando em Portugal faltarão cerca de 30 mil profissionais, segundo as estimativas apresentadas pelos representantes da classe.

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