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Porto: Avô detido por abusar de netos de seis anos

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A Polícia Judiciária (PJ) deteve na Área Metropolitana do Porto um homem de 72 anos indiciado por abusar sexualmente de um casal de netos gémeos, de seis anos de idade, informou hoje aquela autoridade.

“Devido ao ascendente que tinha sobre as vítimas, submetia-as a várias práticas abusivas quando não se encontrava qualquer outro adulto na residência, para satisfação dos seus impulsos sexuais”, afirma a PJ.

Em comunicado, a polícia explica que tudo se passou, desde o início de 2020, após o suspeito acolher em casa a filha recém-separada e um casal de gémeos, filhos desta.

A PJ acrescenta que os crimes eram consumados pelo septuagenário nos “largos períodos do dia” que passava sozinho com as crianças “a partir do confinamento imposto pelo estado pandémico que vivemos”.

Segundo a PJ, as investigações desenvolvidas “permitiram recolher indícios seguros da prática dos referidos crimes e respetiva autoria, e que culminaram com a detenção do agressor”.

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PAN afirma que Governo pondera confinamento geral em dezembro

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O PAN afirmou hoje que o Governo pondera decretar confinamento geral na primeira quinzena de dezembro para preservar o período de Natal, mas adiantou que essa medida não é certa e requer vigência do estado de emergência.

Esta eventual medida a tomar pelo Governo foi transmitida aos jornalistas pelo porta-voz do PAN (Pessoas Animais Natureza), André Silva, no final da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, destinada a discutir medidas de combate à covid-19 que possam sair do Conselho de Ministros extraordinário deste sábado.

André Silva disse que a possibilidade de se repetir um confinamento geral, tal como aconteceu em março e abril, durante a primeira metade de dezembro, “foi aflorada em termos de fim de gradualismo, ou como uma medida mais restritiva”.

“Na opinião do primeiro-ministro, se for o caso, essa medida procura antecipar ou prever aquilo que poderá ser um impacto enorme ao nível do Natal, fazendo com que as pessoas fiquem mais consciencializadas e reduzam os contactos. É preciso que se chegue ao Natal com a possibilidade de juntar a família”, justificou.

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