Ligue-se a nós

Atualidade

Avião militar português invade espaço aéreo da Finlândia

Publicado

Foto: Facebook Força Aérea Portuguesa
Foto: Facebook Força Aérea Portuguesa

O Ministério da Defesa da Finlândia anunciou esta terça-feira que um avião de português violou o seu espaço aéreo.

A porta-voz da Defesa finlandesa, Niina Hyrsky, disse à imprensa que o incidente ocorreu na segunda-feira, às 06h00, a sudoeste da capital, Helsínquia, e escusou-se a dar mais pormenores.

Contactado pela Lusa, o porta-voz da Força Aérea Portuguesa, tenente-coronel Manuel Costa, confirmou que as autoridades finlandesas contactaram as congéneres portuguesas e que a situação está a ser analisada.

Portugal participa em várias operações da NATO no leste da Europa, designadamente na Polónia, onde tem destacados caças F-16 e aeronaves de patrulhamento marítimo P3-C.

O Facebook da Força Aérea Portuguesa deu conta da missão “Focused Collection Activity”, no dia 30 de março.

Atualidade

Sindicato acusa Grupo Trofa Saúde de controlar idas à casa de banho dos funcionários

Publicado

Os funcionários do ‘call center’ da Trofa do Grupo Trofa Saúde têm as idas à casa de banho controladas pela administração, acusou hoje em comunicado o Sindicato dos Trabalhadores de Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte.

A situação que, segundo o sindicato, “já dura há muito tempo, foi agravada na semana passada, quando a empresa decidiu afixar no quadro os tempos diários despendidos pelos trabalhadores nas pausas, que inclui pausas para a refeição e pausas para a casa de banho”.

“Nesta central de contactos do grupo, os trabalhadores são obrigados a registar no computador que usam um código (WC) quando se deslocam à casa de banho”, refere ainda o comunicado do sindicato que acusa a empresa de, com este comportamento, “violar a lei e a Constituição da República Portuguesa”.

As acusações do sindicato apontam ainda para “a criação nas unidades de saúde do Grupo Trofa Saúde” de “um sistema de banco de horas ilegal”, que obriga os funcionários “a trabalharem 10, 12 e mais horas diárias sem pagamento de qualquer trabalho suplementar”, que põem em causa, “de forma grave, a vida pessoal e familiar” destes.

Acrescenta o comunicado que o grupo “não paga a muitos trabalhadores o subsídio de turno de 15% previsto na contratação coletiva”, não os “classifica devidamente” e “paga salários muito baixos”, além de que “recusa aplicar a contratação coletiva aos trabalhadores das centrais de contactos”, bem como “o diálogo com o sindicato” e a participação “numa reunião no Ministério do Trabalho requerida pelo sindicato”.

Perante isto, o sindicato revelou ter solicitado “a intervenção urgente da Autoridade para as Condições de Trabalho”, descontente por “um dos maiores grupos económicos do setor da hospitalização privada em Portugal”, que “anunciou recentemente a abertura de um hospital em Luanda”, o fazer “à custa da exploração desenfreada dos trabalhadores”.

A Lusa tentou obter uma reação do Grupo Trofa Saúde, mas, até ao momento, não foi possível.

Continue a ler

Populares