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Avião de carga aterrou de emergência no aeroporto do Porto

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Aeroporto Viajar

Um avião de carga com dois tripulantes fez esta quarta-feira uma “aterragem de emergência” em segurança no aeroporto do Porto devido a um “problema no motor”, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto, pelas 05:30 um avião de carga com destino ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro alertou a central para “um problema no motor”, levando a colocar em alerta 31 homens e 11 viaturas, que acabaram “por não sair do quartel”.

Em menos de 24 horas, esta é a segunda aterragem de emergência registada no aeroporto do Porto: o mesmo aconteceu na terça-feira com um avião de passageiros da United Airlines que partia rumo a Newark, nos Estados Unidos, acabando a aeronave por aterrar em segurança, depois de ter colidido com aves (‘Bird Strike’).

Também neste caso, foi ativado o “alerta de nível número 1” – que obriga 11 corporações da zona do aeroporto a colocarem em prevenção no quartel um veículo cada, mas não foi necessário que os meios prestassem qualquer auxílio, disse na terça-feira à Lusa fonte da Autoridade da Proteção Civil do Porto.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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