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Autópsia: Maradona sofreu “insuficiência cardíaca aguda”

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Diego Armando Maradona morreu, nesta quarta-feira, aos 60 anos, na cidade de Tigres, na Argentina.
No decorrer da madrugada de quinta para sexta-feira, na imprensa argentina, foi revelado um relatório preliminar sobre o que causou a morte a El Pibe

De acordo com este relatório, divulgado pelo diário Olé, a antiga lenda do futebol argentino morreu devido a uma “insuficiência cardíaca aguda, em um paciente com miocardiopatia dilatada, insuficiência cardíaca congestiva crónica e que gerou, por sua vez, um edema agudo do pulmão”.

A autópsia foi realizada na morgue de San Fernando, depois da Câmara de San Isidro solicitar autorização à família para realizar o referido exame. As autoridades argentinas também abriram, de imediato, um processo para a “investigação das causas da morte”, assim que a morte do ex-futebolista foi confirmada.

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Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

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A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

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