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Automatização vai destruir 421 mil postos de trabalho no Norte – CIP

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A automatização vai destruir 421 mil postos de trabalho na zona Norte do país até 2030, mas 227 mil empregos serão criados, refere um estudo que a CIP – Confederação Empresarial de Portugal apresenta hoje.

O setor mais afetado será a manufatura, com a CIP a estimar uma redução líquida de postos de trabalhos na próxima década em cerca de 90 mil, “onde aproximadamente metade das perdas estarão concentradas no setor de têxteis”.

O estudo de âmbito nacional, a ser apresentado no Porto na conferência “O Futuro do Trabalho em Portugal – O Impacto na Zona Norte”, conclui que a automatização em Portugal pode levar à perda de 1,1 milhões de empregos na indústria e comércio até 2030, mas criar outros tantos na saúde, assistência social, ciência, profissões técnicas e construção.

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Benfica pode ter de vir a jogar à porta fechada

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O Tribunal Arbitral do Desporto considerou improcedente o recurso do Benfica ao castigo de disputar um jogo de futebol à porta fechada.

Fonte oficial do Benfica confirmou hoje à Lusa que vai recorrer para o Tribunal Central e Administrativo do Sul da decisão de segunda instância tomada na segunda-feira, suspendendo a pena de um jogo à porta fechada e de uma multa de 11.475 euros impostos ao Benfica.

Este castigo foi imposto pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, pelo comportamento dos adeptos ‘encarnados’ na visita ao Estoril Praia, em 21 de abril de 2018, “traduzido no arremesso de algumas tochas para o terreno de jogo” aquando dos golos das ‘águias’, que venceram por 2-1.

Na ocasião, o Benfica recorreu, primeiro, para o pleno do CD da FPF, que viria a manter o castigo, e, depois, para o TAD, alegando que não era “promotor do espetáculo desportivo”, por estar a jogar como visitante.

Na decisão de segunda-feira, à qual a Lusa teve acesso, o TAD “declara totalmente improcedente o recurso interposto pela demandante [Benfica] e confirma integralmente a decisão disciplinar recorrida”.

Fonte conhecedora do processo explicou à Lusa que esta instância de apelo refutou a exclusão de responsabilidade para os clubes visitantes, defendendo, mesmo nestes casos, vigilância apertada sobre os seus adeptos.

 

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