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Ataque Academia: “O ambiente era um terror”

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O presidente do Sporting, Frederico Varandas, afirmou hoje em tribunal que após a invasão à academia “havia um sentimento de revolta, desespero e pânico” entre os jogadores, que se recusaram a treinar para a final da Taça de Portugal.

Na 27.ª sessão do julgamento, Frederico Varandas, que à data dos factos era diretor clínico dos ‘leões’, explicou que “entre terça-feira e sábado os jogadores treinaram por si”, acrescentando que na final da Taça, disputada no domingo seguinte, e que os ‘leões’ perderam por 2-1 com o Desportivo das Aves, “o ambiente era um terror”.

“Os jogadores disseram que preferiam estar em casa, queriam vencer o jogo, mas do ponto de vista emocional não estavam preparados”, afirmou o médico, que começou a trabalhar no Sporting em 2011 e que foi ouvido na qualidade de representante do clube, assistente no processo.

Frederico Varandas, que estava na academia em 15 de maio de 2018, explicou que estava no seu gabinete quando “pelo barulho e agitação” se apercebeu de que algo anormal estava a acontecer.

“Saí do meu gabinete, vi elementos da equipa técnica a correrem em sentido contrário, vi uma fumarada no balneário, a visibilidade estava muito reduzida. (…) Quando me virei para o balneário vi um elemento encapuzado que acendeu uma tocha, a cerca de cinco, seis metros de mim e a atirou na minha direção, a tocha acertou no Mário Monteiro que estava atrás de mim”, afirmou.

O processo tem 44 arguidos, acusados da coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Bruno de Carvalho, à data presidente do clube, ‘Mustafá’, líder da Juventude Leonina, e Bruno Jacinto, ex-oficial de ligação aos adeptos do Sporting, estão acusados de autoria moral de todos os crimes.

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Covid-19: Estadia em Portugal de pessoas que vêm de áreas afetadas sem restrições – DGS

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) informou hoje que não existem restrições à estadia em Portugal de crianças, jovens e adultos que regressem de uma área de transmissão ativa do novo coronavírus (Covid-19), mas faz recomendações.

Numa nota publicada na sua página da Internet, a DGS sublinha que não há restrições para quem regresse de área com transmissão comunitária ativa do novo coronavírus como o Norte de Itália, China, Coreia do Sul, Singapura, Japão ou Irão.

No entanto, a DGS aconselha que durante 14 dias essas pessoas estejam atentas ao aparecimento de febre, tosse ou dificuldade respiratória, devendo medir a temperatura corporal duas vezes por dia e registar os valores.

Aconselha também a verificarem se alguma das pessoas com quem convivem de perto, desenvolvem sintomas (febre, tosse ou dificuldade respiratória) e caso apareça algum dos sintomas referidos (no próprio ou nos seus conviventes), não devem deslocar-se de imediato aos serviços de saúde.

A DGS recomenda também as pessoas a ligarem para o número da Linha Saúde 24 (800 24 24 24) e a seguir as orientações indicadas.

“Lavar frequentemente as mãos, com água e sabão, esfregando-as bem durante pelo menos 20 segundos e reforçar a lavagem das mãos antes e após a preparação de alimentos ou as refeições, após o uso da casa de banho e sempre que as mãos estejam sujas”, são outras recomendações da DGS.

As pessoas devem também, segundo a DGS, usar em alternativa, para higiene das mãos, uma solução à base de álcool, usar lenços de papel (de utilização única) para se assoar, deitar os lenços usados num caixote do lixo e lavar as mãos de seguida e tossir ou espirrar para o braço com o cotovelo fletido, e não para as mãos.

A DGS recomenda ainda evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca com as mãos sujas ou contaminadas com secreções respiratórias, permanecer em locais fechados e muito frequentados nos 14 dias após o regresso e evitar o contacto físico com outras pessoas.

O balanço provisório da epidemia do coronavírus Covid-19 é de 2.800 mortos e mais de 82 mil pessoas infetadas, de acordo com dados reportados por 48 países e territórios.

Das pessoas infetadas, mais de 33 mil recuperaram.

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