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Assembleia do Porto chumba alteração do nome do Super Bock Arena

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Pavilhão Rosa Mota Super Bock Arena
Foto: Facebook Super Bock Arena

A Assembleia Municipal do Porto chumbou esta segunda-feira a proposta de recomendação da CDU que visava “repor a decisão inicialmente tomada” pela autarquia e alterar a designação do renovado pavilhão Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota.

“Na nossa opinião, o que a Câmara Municipal decidiu não foi isto, por isso, apelamos à câmara para repor a decisão que tomou no dia 18 de novembro do ano passado”, defendeu o deputado Rui Sá da CDU.

Na proposta, chumbada com 22 votos contra do grupo municipal ‘Porto, o Nosso Partido’ e do PSD e cinco abstenções de deputados sociais-democratas, os comunistas defendem que o pavilhão deveria designar-se Rosa Mota, nome ao qual se acrescentaria de seguida a marca comercial ‘Super Bock Arena’.

Em causa está a introdução do nome “Super Bock Arena” antes da designação anterior – Pavilhão Rosa Mota – que, segundo a atleta, resultou de uma decisão tomada à revelia do acordado com a Câmara do Porto.

O consórcio responsável pela reabilitação do pavilhão Rosa Mota no Porto assegurava em 2018 que não se tratava de uma alteração da designação formal, que se manteria Pavilhão Rosa Mota, mas apenas da “adoção suplementar do ‘branding’” prevista no caderno de encargos.

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Mais de 4.000 enfermeiros pediram certificado para trabalhar fora do país em 2019

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Mais de quatro mil enfermeiros pediram no ano passado à Ordem a declaração para efeitos de emigração, um número recorde de profissionais a pretender sair do país e que representa três vezes mais do que o registado em 2017.

Em comunicado hoje divulgado, a Ordem dos Enfermeiros afirma que recebeu 4.506 pedidos de certificado de equivalência para exercer no estrangeiro durante 2019. Em 2018 tinham sido pedidos 2.736 e no ano anterior 1.286.

“Face aos dados do primeiro semestre de 2019, que contabilizou 2.321 pedidos de declarações, a Ordem já tinha alertado para a possibilidade de 2019 vir a registar a maior vaga de emigração de sempre, o que acabou por se concretizar, e o ano fechou com números surpreendentes e além dos estimados”, refere a nota.

Trata-se, para a Ordem, de um “número preocupante” e que espelha o “estado da saúde em Portugal e em particular a forma como os profissionais são tratados”.

“No estrangeiro, os enfermeiros têm a formação e a especialidade pagas, têm, efetivamente, uma carreira com diferenciação salarial, mas, acima de tudo, são reconhecidos e acarinhados”, indica a bastonária Ana Rita Cavaco no comunicado divulgado hoje de manhã.

Quanto a países de destino dos enfermeiros, o Reino Unido continua a surgir em primeiro lugar, seguido de Espanha e Suíça.

Os Emirados Árabes surgem já no sexto lugar das escolhas de emigração dos enfermeiros.

Segundo a Ordem, há atualmente 18 mil enfermeiros portugueses no estrangeiro, quando em Portugal faltarão cerca de 30 mil profissionais, segundo as estimativas apresentadas pelos representantes da classe.

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