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Arguidos na operação “Teia” já estão no TIC do Porto

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Os quatro detidos vão ser hoje submetidos a um primeiro interrogatório judicial para a fixação das medidas de coação.

No banco dos réus, sentam-se os presidentes das câmaras de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e de Santo Tirso, Joaquim Couto, o presidente do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, Laranja Pontes, e a empresária Manuela Couto, administradora da W Global Communication, sendo que a empresária já tinha sido constituída arguida em outubro, no âmbito da operação Éter, relacionada com o Turismo do Norte.

A operação “Teia” investiga suspeitas de corrupção, tráfico de influência e participação económica em negócio, traduzidas na “viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto”, segundo comunicado da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, o órgão de polícia criminal que apoia o Ministério Público neste caso.

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Subiu para 13 o número de pessoas infetadas no hospital de S. José

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Hospital Saúde Médico

O surto de covid-19 no hospital de S. José, em Lisboa, atingiu mais uma pessoa, sendo agora 13 aqueles que testaram positivo à doença, segundo fonte do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.

Um funcionário de limpeza do hospital teve também um teste positivo à Covid-19, juntando-se aos sete doentes, quatro enfermeiros e um assistente operacional, que já eram conhecidos.

Os sete doentes infetados, que foram transferidos para o hospital Curry Cabral, vão repetir o teste dentro de oito dias, adiantou a mesma fonte.

Na sequência deste surto, que teve início na quarta-feira, foram realizados 109 testes aos profissionais do hospital, aguardando-se o resultado de 15 resultados.

 Na quinta-feira, a presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Rosa Valente de Matos, disse, em conferência de imprensa, que foram ativados todos os procedimentos no hospital e que não há motivo para alarme.

“O Hospital de São José tem tomado e continuará a tomar todas as medidas de segurança para que os doentes possam vir com segurança ao hospital, ao nosso serviço de urgência e às nossas consultas externas”, disse Rosa Valente de Matos, num discurso em que tentou “acalmar a tranquilizar as pessoas”.

Na quarta-feira de manhã, um doente internado no serviço de cirurgia começou a apresentar sinais clínicos de possível infeção de sars-cov2, acabando por testar positivo.

Na mesma conferência de imprensa, João Varandas Fernandes, da direção clínica do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, sublinhou que foram cumpridas todas as normas de segurança, tanto do ponto de vista médico como clínico, e que não há perigo.

“Podem vir aos nossos serviços de urgência e consultas, que continuamos atentos e a trabalhar as horas que forem necessárias”, disse.

Os últimos dados conhecidos da Direção-Geral da Saúde, morreram 1.644 doentes infetados com Covid num total 45.277 casos conhecidos.

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