Ligue-se a nós

Atualidade

ANTRAL tem uma nova aplicação e fardas para taxistas

Publicado

A Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) anunciou esta terça-feira em Lisboa a expansão do serviço da aplicação ‘Izzy Move’ à capital portuguesa e apresentou uma sugestão de fardamento para taxistas.

De acordo com o presidente da ANTRAL, Florêncio de Almeida, “É a única presente em Portugal 24 horas por dia, 365 dias por ano, é possível reservar qualquer táxi, até os táxis executivos”.

A plataforma começou a funcionar em meados de 2018 em vários distritos do país, mas ainda não estava presente na cidade de Lisboa. Qalquer taxista em Portugal se pode associar à plataforma, tendo como único custo 40 cêntimos por cada serviço.

Segundo Florêncio de Almeida, a ANTRAL tem como objetivo terminar com o suplemento de chamada (0,80€) atualmente cobrado para suportar o custo de deslocação do táxi desde a praça ao local onde o cliente se encontra, uma vez que o cliente passará a utilizar o táxi que se encontrar mais perto da sua localização.

Durante a apresentação da plataforma, que decorreu em Lisboa, foi ainda possível ver a sugestão de fardamento para os taxistas que será “opcional” e terá “um custo baixíssimo”.

Publicidade

COMENTÁRIOS

Atualidade

Sindicato acusa Grupo Trofa Saúde de controlar idas à casa de banho dos funcionários

Publicado

Os funcionários do ‘call center’ da Trofa do Grupo Trofa Saúde têm as idas à casa de banho controladas pela administração, acusou hoje em comunicado o Sindicato dos Trabalhadores de Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte.

A situação que, segundo o sindicato, “já dura há muito tempo, foi agravada na semana passada, quando a empresa decidiu afixar no quadro os tempos diários despendidos pelos trabalhadores nas pausas, que inclui pausas para a refeição e pausas para a casa de banho”.

“Nesta central de contactos do grupo, os trabalhadores são obrigados a registar no computador que usam um código (WC) quando se deslocam à casa de banho”, refere ainda o comunicado do sindicato que acusa a empresa de, com este comportamento, “violar a lei e a Constituição da República Portuguesa”.

As acusações do sindicato apontam ainda para “a criação nas unidades de saúde do Grupo Trofa Saúde” de “um sistema de banco de horas ilegal”, que obriga os funcionários “a trabalharem 10, 12 e mais horas diárias sem pagamento de qualquer trabalho suplementar”, que põem em causa, “de forma grave, a vida pessoal e familiar” destes.

Acrescenta o comunicado que o grupo “não paga a muitos trabalhadores o subsídio de turno de 15% previsto na contratação coletiva”, não os “classifica devidamente” e “paga salários muito baixos”, além de que “recusa aplicar a contratação coletiva aos trabalhadores das centrais de contactos”, bem como “o diálogo com o sindicato” e a participação “numa reunião no Ministério do Trabalho requerida pelo sindicato”.

Perante isto, o sindicato revelou ter solicitado “a intervenção urgente da Autoridade para as Condições de Trabalho”, descontente por “um dos maiores grupos económicos do setor da hospitalização privada em Portugal”, que “anunciou recentemente a abertura de um hospital em Luanda”, o fazer “à custa da exploração desenfreada dos trabalhadores”.

A Lusa tentou obter uma reação do Grupo Trofa Saúde, mas, até ao momento, não foi possível.

Continue a ler

Populares