Ligue-se a nós

Atualidade

António Costa reafirma que apoio a Vieira nada tem a ver com política

Publicado

O primeiro-ministro, António Costa, voltou hoje a defender que o seu apoio à recandidatura do presidente do Benfica “rigorosamente nada” tem a ver com a sua vida política ou funções.

“Mais uma razão acrescida para que não misture de forma alguma aquilo que são as minhas responsabilidades enquanto agente político com coisas que rigorosamente nada têm ou tiveram a ver com a minha vida política ou funções”, disse.

Costa respondia aos jornalistas à saída de uma visita à Escola Secundária de Benavente, assinalando o primeiro dia do arranque do ano letivo, desta feita num contexto de pandemia de covid-19.

O chefe do Governo preferiu manifestar-se “150% concentrado” no assunto que o trouxe ao referido estabelecimento de ensino e evitou responder a mais questões sobre a sua inclusão na comissão de honra da candidatura do atual presidente “encarnado”, Luís Filipe Vieira, envolvido em diversos processos judiciais.

Atualidade

PAN afirma que Governo pondera confinamento geral em dezembro

Publicado

O PAN afirmou hoje que o Governo pondera decretar confinamento geral na primeira quinzena de dezembro para preservar o período de Natal, mas adiantou que essa medida não é certa e requer vigência do estado de emergência.

Esta eventual medida a tomar pelo Governo foi transmitida aos jornalistas pelo porta-voz do PAN (Pessoas Animais Natureza), André Silva, no final da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, destinada a discutir medidas de combate à covid-19 que possam sair do Conselho de Ministros extraordinário deste sábado.

André Silva disse que a possibilidade de se repetir um confinamento geral, tal como aconteceu em março e abril, durante a primeira metade de dezembro, “foi aflorada em termos de fim de gradualismo, ou como uma medida mais restritiva”.

“Na opinião do primeiro-ministro, se for o caso, essa medida procura antecipar ou prever aquilo que poderá ser um impacto enorme ao nível do Natal, fazendo com que as pessoas fiquem mais consciencializadas e reduzam os contactos. É preciso que se chegue ao Natal com a possibilidade de juntar a família”, justificou.

Continue a ler

Populares